Quem o conhece, conhece-lhe bem as qualidades. E eu julgo conhecê-lo. O futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil, António Patriota, é um homem sereno, ponderado, profundamente habilitado para liderar a face externa de um país que já não é "emergente" porque, de há muito, emergiu já como um "global player" no cenário internacional.
Em Brasília, trabalhámos com grande proximidade durante alguns anos e, em certos momentos mais delicados, soubémos descobrir soluções para o tipo de problemas que a profissão nos ensina a tratar de forma discreta, sem recurso à "diplomacia do megafone".
Boa sorte e um forte abraço, António!
