Há uns anos, tivemos por cá uma amostra paroquial de um governo que detestava o Estado a dirigir esse mesmo Estado. Era a lógica de "menos Estado, melhor Estado", esquecendo-se de acrescentar em público "e o que sobrar fica para nós". Depois, foi o que se viu: a necessidade de confortar a clientela tê-los-á coibido de ir demasiado longe. A América vai agora levar esse sonho à glória. "Fasten seat belts!"
Basta olhar para o PIB em PPP americano e compará-lo com o chinês para ver onde está o problema. Mas problema mesmo é a UE. Esta sim, está em declínio acentuado a vários títulos. É mesmo muito duvidoso que para países como a Alemanha ou a França seja uma mais-valia. Para Portugal sem dúvida que é, sem império, sem dinheiro, sem hábitos de criação endógena de riqueza, só lhe resta sonhar com relatórios Draghi.
ResponderEliminarO paralelo parece forçado...
ResponderEliminar"menos Estado, menor Estado" ou "menos Estado, melhor Estado"?
ResponderEliminarDeveria ser era "menos políticos, melhor política"!
Tony Fedup
menos Estado, meLHor Estado
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