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domingo, novembro 10, 2024

A Rúben Amorim


Imagino o "frisson" do meu advogado ao descobrir-me a escrever a um treinador de futebol. "Here he goes again!" Descansa, Manel! 

Quem escreve este post é um sportinguista, sócio com as quotas pagas, que há anos não vai a Alvalade nem vê em direto pela televisão o Sporting jogar, não porque tenha qualquer deficiência cardíaca, mas porque sofreu, ao longo da vida mais recente, tantas e tantas desilusões que, pura e simplesmente, não está para correr o risco de se chatear. Quando sei que o Sporting ganhou, revejo os jogos. Quando a coisa correu mal, tenho muito para ler na minha biblioteca. 

Dizem-me que o Rúben Amorim tem uma linguagem educada nas conferências de imprensa e no modo de falar dos árbitros. Só posso imaginar que assim seja, porque apenas de raspão me recordo de ter ouvido uma ou outra vez a sua voz, num zapping casual. Por deliberada opção televisiva, não ouço treinadores, jogadores, dirigentes e comentadores de futebol, vendo os jogos em "mute", quase sempre com música ao lado. 

Sei que o Rúben Amorim se vai embora, tentado por uma proposta simpática do Manchester United. Eu preferiria que continuasse por cá, como é evidente, mas faz o meu amigo muito bem! Ninguém pode exigir sacrifícios no IBAN a um profissional, que tem o direito legítimo a ser feliz e a ter uma ambição maior, à medida dos seus desejos e méritos. 

Queria assim dizer-lhe, com imensa sinceridade, que espero que venha a ter os maiores êxitos, muito embora, neste ano, na Premier League, nem com um milagre lhe vá ser possível levar os "red devils" ao alto na tabela. 

Por mim, por cá, ficarei a puxar por si. As alegrias que me trouxe, ainda que sempre em diferido, merecem isso. "Good luck!", caro Rúben Amorim. 

E agora vou ver o jogo do Sporting com o Braga. Depois do jogo ter terminado, claro!

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