Ontem, sem máscara, entrei numa estação de serviço, numa auto-estrada. Sabia que já não era obrigatório. O pessoal, ao balcão, estava com máscara. Senti-me, por instantes, um pouco “culpado”. Caramba: foram mais de dois anos! “Dia da libertação”? As máscaras acabaram. Ainda bem. Mas protegeram-nos, seu bando de palermas!