sexta-feira, maio 03, 2019

Estar ou não estar no Guiness

Nunca tive ambições de estar no Guiness. Mas vai sabendo bem! 

Se a “santa aliança” entre a esquerda da esquerda e os partidos da direita se concretizar de novo (num “remake” do PEC IV, de 2011), e António Costa decidir demitir-se, continuarei a manter no currículo ter feito parte do único governo minoritário que, em Portugal e em democracia, cumpriu um mandato completo - o primeiro governo chefiado por António Guterres, entre 1995 e 1999 (de que António Costa fazia parte, recordo).

Não me agrada nada ter o meu currículo nas mãos de partidos nos quais não voto!

6 comentários:

  1. separatista-50-5023:28

    O prof. Pedro Cosme teve a coragem de dizer o óbvio [ http://economicofinanceiro.blogspot.com/2018/09/o-problema-dos-imigrantes-e-refugiados.html ]:
    - são muitos os funcionários públicos (entre muito outro pessoal) que se consideram elite do sistema!
    ---»»» A elite deste sistema que fique com a sua mão-de-obra servil ao desbarato, mas que não chateie os povos autóctones que procuram sobreviver pacatamente no planeta: leia-se separatismo-50-50.
    .
    .
    Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil) a elite deste sistema quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
    -» Mais, pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados.
    -» Mais, a elite deste sistema em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres... querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.

    ResponderEliminar
  2. Quando li as notícias sobre esta coligação pensei imediatamente na mesma coligação que reprovou o PEC IV. Esta história que se repete diz tudo sobre o fundo e sobre as motivações dos seus promotores. Não é bom estar refém de gente assim e não me refiro a carreiras de indivíduos, nem ao governo. Refiro-me ao País e ao nosso interesse colectivo.

    ResponderEliminar
  3. Anónimo15:36

    Votar o PEC IV que manteria Sócrates no Governo?

    ResponderEliminar
  4. dor em baixa11:27

    A direita apoiou Sócrates e o PS para fazer valer os PEC's I,II e III, ao invés do PCP e do BE que votaram contra. Subitamente mudou de campo e assim houve número suficiente para derrubar o Governo. A sustentabilidade do Governo agora é maior mas a direita ia proceder do mesmo modo. Prioritário é tomar o poder. Depois reconheceu o erro que ia cometer e emendou o passo. Costa já entrara na zona que lhe é fatal(campanhas)e assim safa-se.

    ResponderEliminar
  5. SABEDORIA DOS ITALIANOS: CUORE A SINISTRA PORTAFOGLIO A DESTRA!!! e eles estão errados????

    ResponderEliminar

Letras & vitualhas

Para quem se tem por aqui deparado, nos últimos 10 dias, com " Um livro e uma mesa ", recordo o que notei no início dessa série: t...