quinta-feira, maio 23, 2019

Desventuras


Estou certo de que a grande maioria dos adeptos do PSD recusaria, com grande sinceridade, que o seu partido fizesse uma aliança com o Chega/Basta. 

E, contudo, é capaz de ter esquecido que André Ventura foi o candidato do PSD, confirmado por Pedro Passos Coelho, à presidência da Câmara de Loures.

15 comentários:

  1. Anónimo02:19

    E isso prova o quê? Não se esqueça de que pelo PS têm passado uns ricos figurões, e em cargos bem importantes. Precisa de nomes?

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  2. alvaro silva09:34

    Há que renovar o "stock" dos "mamões" que desde há 45 anos se fizeram ao "pingue" do pode e que esperam pela lei da morte ou do Alzheimer para se libertarem da chucha que os mantém e nos libertarem ! Democráticamente devemos estar abertos a todos que estejam em seu perfeito juízo, gostemos ou não deles. Dizem que o povo é soberano, por isso aguardemos o que diz da soberania.

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  3. Prova, caro anónimo, que ou Passos Coelho estava muito distraído, ou não se importa nada com o que pensa André Ventura. Porque aquilo que ele diz hoje, já o dizia em grande medida quando foi candidato à câmara de Loures...

    Diga o que quiser de José Sócrates, nunca o vi a sair-se com pontos de vista semelhantes aos de Ventura. Prefiro um corrupto (se o for, porque ainda não houve julgamento) a um facho...

    Isto dito, Sr. Embaixador, deve ter havido muita gente no PSD que suspirou de alívio quando Ventura resolveu tornar-se irrelevante saindo para fundar o Chega/Basta... É que o perigo dos populismos em Portugal não vem, penso eu, de novos Partidos. Vem da tomada por dentro de um Partido como o PSD por uma cáfila de Extrema-Direita...

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  4. Senhor Embaixador, comentário algo enviesado, não?

    Temos que combater as ideias, não as pessoas.
    Para quem tem tanta experiência de vida, como o Senhor Embaixador tem, esperaria um comentário melhor.

    Tentar associar um partido essencial à democracia portuguesa a um preconceito de "fascimos" é "fake news".

    O PSD é um partido democrático, assume erros, revê políticas, não persegue jornalistas, não tem uma cultura de nomeação "fagmiliar" para cargos políticos. E esse comportamento merece respeito.

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  5. dor em baixa11:35

    Oportunismo é isto:ser populista em tempos de populismo. Quando for tempo de política séria apresentar-se-à a fundar o partido "DECÊNCIA".

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  6. Anónimo12:56

    Esta personagem teve de saír do PSD para dar largas à sua visão. Isso também convém recordar.

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  7. Anónimo13:10

    É um exemplo de que diz aquilo que as pessoas pensam.
    Melhor do que prometer muito e não cumprir nada.
    Um lufada de ar fresco na política.

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  8. Anónimo14:43

    Pica miolos...

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  9. Anónimo14:44

    Passos, Ventura, Portas, etc, é tudo a mesma coisa.

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  10. Anónimo15:07

    Boa resposta. À altura do parlapiê!

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  11. Anónimo15:15

    Boa resposta. À altura do parlapiê!

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  12. Cícero Catilinária21:37

    Muito gosta o Sr. Embaixador de, como dizem os brasileiros, "cutucar a(s) onça(s) com vara curta". Saltam logo, que nem gafanhotos. O que eu me rio.

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  13. Anónimo00:21

    Lembro ao Sr.João Alberto das 11,34, que falar da isenção de familiares no PSD, lembro-o que o Dr. Aníbal, penso que era do PSD? Meteu 15 familiares, no seu Governo e na Presidência da República, a sua própria cunhada, para assessora da esposa (sua irmã). Já ninguém se lembra! Nem o autor da coisa. É o que temos. Falar, sem rigor, só para atacar o PS, é pecado.

    Saudações cordiais

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  14. Anónimo07:07

    Palavra de honra que um adepto de um partido que tem nas suas fileiras e historial alguém chamado JOSÉ SÓCRATES vir para aqui com coisas por causa de um triste e insignificante André Ventura...

    O senhor passa a vida com moralismos e, depois, cai nestas coisas...

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  15. Caro Anónimo das 00:21:

    Como escrevi, o PSD assume erros. Acho que é o partido que faz publicamente mais auto-critica.

    E de facto, o Cavaquismo trouxe muitas coisas boas, na minha opinião. Mas também trouxe algumas negativas, como o exemplo que deu. Mas não vamos comparar a dimensão das nomeações e a importância das mesmas (diferente o papel de assessor, do de um ministro, por exemplo).

    Saudações democráticas!

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