segunda-feira, 6 de maio de 2019

Conversa


“O tempo vai estragar-se!”, ouviu-se há pouco na Tosta Fina. “Mas então não se dizia por aí que era precisa chuva? Em que é que ficamos?”, diz outro. Um terceiro, realista: “Isto é como na política: o que é bom para uns é mau para outros. Essa é que é essa! Sai mas é um covilhete bem quentinho, que é o que se leva desta vida”. E lá foram todos.

3 comentários:

aamgvieira disse...

A maior parte dos comentadores do centro-direita que são admitidos na comunicação social portuguesa fazem parte do “establishment”.

Alguém imagina o poder que teriam os comentários de Alberto Gonçalves sobre a crise dos professores na TVI? Ou de Rui Ramos na RTP? Ou Nuno Garoupa na SIC?😂

Anónimo disse...

Os espetadores têm a tendência quais "caniços pensantes" como dizia Pascal acerca da condição de ser homem, de anuir com o interlocutor que se lhes dirige pelas TVs, Rádios e imprensa escrita, sem interrupção ou interpelação possível. Se não previamente doutrinados especificamente o sim é tendencial. E, especialmente, fixa-se quem fala em último lugar. Este modo, vi, li e penso, é o "modo pavloviano "(esta expressão devo-a a JPP) de sermos informados.

José Figueiredo disse...

Não sei para onde quer agora o Mário Nogueira levar os professores. Acho que é tempo de deixar o lugar para outro (a). A escola pública e o prestígio social dos docentes já perdeu muito com esta guerra - não carece de mais estrago.