O italiano Nicolau Nasoni terá descoberto Portugal em La Valetta, através do grão-mestre da Ordem de Malta, o português António Manuel de Vilhena. O arquiteto viajou depois para o Porto, no início do século XVIII, e, a partir daí, deu à cidade um magnífico “banho” de Barroco, de que todos conhecem a Igreja e a Torre dos Clérigos. E muitas outras magníficas obras.
Pelo Porto casou, duas vezes, por ali teve filhos, ali morreu. Posso estar equivocado, mas acho que a cidade do Porto nunca deu a Nasoni, até no plano de destaque toponímico, a retribuição que este teria merecido.
Em Vila Real, será a “Capela Nova” uma obra de Nasoni, como, com segurança, se sabe ser a ala central do Palácio de Mateus? Para alguns isso é um facto, embora outros se inclinem para que, como à época era normal, tivesse cabido a discípulos seus essa responsabilidade. Eu não sou de intrigas, mas está hoje mais do que provado que o seu principal discípulo se chamava José de Figueiredo ... Seixas!
Acho essa paternidade indiferente. O importante é que a cidade dispõe desta magnífica peça arquitetónica (da escola) de Nasoni.
Pelo Porto casou, duas vezes, por ali teve filhos, ali morreu. Posso estar equivocado, mas acho que a cidade do Porto nunca deu a Nasoni, até no plano de destaque toponímico, a retribuição que este teria merecido.
Em Vila Real, será a “Capela Nova” uma obra de Nasoni, como, com segurança, se sabe ser a ala central do Palácio de Mateus? Para alguns isso é um facto, embora outros se inclinem para que, como à época era normal, tivesse cabido a discípulos seus essa responsabilidade. Eu não sou de intrigas, mas está hoje mais do que provado que o seu principal discípulo se chamava José de Figueiredo ... Seixas!
Acho essa paternidade indiferente. O importante é que a cidade dispõe desta magnífica peça arquitetónica (da escola) de Nasoni.
