Chama-se Lagoa Dourada. É uma localidade brasileira, em Minas Gerais, situada a umas dezenas de quilómetros de Tiradentes, na estrada que vem de Belo Horizonte. É a “capital do rocambole”, uma torta enrolada sobre si mesma, com diversos recheios, em especial doces.
Das várias vezes que por lá passei, fui admirando as lojas que se sucedem pela rua que atravessa a cidade, todas com nomes diferentes, cada uma concorrendo com a outra: o Legítimo Rocambole, o Famoso Rocambole, o Rei do Rocambole, Rocambole & Cia, etc. São quase uma dezena, pelas minhas contas. Sempre achei bizarra aquela concentração.
Um dia, ao tempo em que vivia no Brasil, comentei com alguém aquele “fenómeno” comercial. Essa pessoa não ficou nada impressionada e retorquiu-me: “Você esqueceu a Mealhada?” É verdade. Tinha-me esquecido.
Lembrei-me disto no sábado, quando por lá passei. De facto, a diversidade de oferta comercial é, por ali, bem superior à da Lagoa Dourada: Meta dos Leitões, Pedro dos Leitões, Rei dos Leitões, Floresta dos Leitões, Picnic dos Leitões, etc.
Lembrei-me disto no sábado, quando por lá passei. De facto, a diversidade de oferta comercial é, por ali, bem superior à da Lagoa Dourada: Meta dos Leitões, Pedro dos Leitões, Rei dos Leitões, Floresta dos Leitões, Picnic dos Leitões, etc.
