José Luís Carneiro, em coerência, não podia deixar de pedir a demissão de Luís Nunes. Ao fazê-lo, ajudou a reforçar o ministro, o que enfureceu a direita e, de caminho, reduziu as hipóteses de uma remodelação, que daria uma sobrevida ao governo. Tudo está bem quando acaba bem.
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