Hoje, almoçando despreocupadamente com dois colegas, também reformados, um deles saiu-se com esta:
- É uma injustiça não sermos abrangidos pela tolerância de ponto!
Caímos num assentimento coletivo. O outro colega foi mesmo mais longe:
- É um escândalo! A Ana Avoila não protege os nossos interesses. Olha se mexeu uma palha a nosso favor, para podermos beneficiar das 35 horas! É o mexes!
Por mim, fui bem mais radical:
- Sempre achei inconcebível que não esteja regulamentado o direito à greve dos reformados. E fizemos nós o 25 de abril para isto!
Revoltados q.b., acabámos o almoço e regressámos às nossas tarefas.
Em tempo: vários amigos deram, entretanto, achegas que nos tinham escapado (fruto da idade, com certeza) na composição do nosso potencial "caderno reivindicativo": desde logo, o direito a férias, com o respetivo subsídio, e claro!, o de Natal, o óbvio subsídio de refeição e, o que é mais importante, um regime que permita uma distinção clara entre o fim-de-semana e os restantes dias. Começa aqui a gizar-se uma agenda jeitosa. Costa e Centeno que se "ponham a pau"! Isto não é só Carnavais e nós não somos menos importantes que os maquinistas da CP e do Metro...
Em tempo: vários amigos deram, entretanto, achegas que nos tinham escapado (fruto da idade, com certeza) na composição do nosso potencial "caderno reivindicativo": desde logo, o direito a férias, com o respetivo subsídio, e claro!, o de Natal, o óbvio subsídio de refeição e, o que é mais importante, um regime que permita uma distinção clara entre o fim-de-semana e os restantes dias. Começa aqui a gizar-se uma agenda jeitosa. Costa e Centeno que se "ponham a pau"! Isto não é só Carnavais e nós não somos menos importantes que os maquinistas da CP e do Metro...