Vasco Graça Moura publicou ontem no "Diário de Notícias" um interessante artigo em que dá conta do declínio de importância da língua francesa em Portugal, sublinhando a sua contribuição para a nossa cultura e para a nossa abertura ao mundo.
E, a propósito, lembrou um curioso soneto do Abade de Jazente (sec XVIII):
"Portugal, que era
rústico algum dia,
Incivil, trapalhão, mal amanhado,
Está graças à
França tão mudado,
Que o mesmo já não é do que soía.
A língua, o
traje, o trapo, a grossaria
Dos antigos costumes tem deixado:
É todo
doce, é todo concertado;
E parece outro sua Senhoria".
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