Não deixa de ser curioso, e ousado, o que Patrick Besson escreve hoje no "Le Point" a propósito do julgamento pelo Tribunal Penal Internacional de dirigentes africanos acusados de crimes contra a humanidade: "Essa terá sido a grande novidade jurídica dos séculos XX e XXI: fazer julgar africanos nos Países Baixos pelos filhos procuradores e pelas filhas juízes de todos os povos que os colonizaram (ingleses, franceses, alemães, holandeses, italianos...)"