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quinta-feira, março 05, 2009

Paulo Coelho

É uma figura frágil, franzina, que passa quase despercebida. Todo de negro. Cruzámo-nos numa passadeira, na avenue Victor Hugo, cerca da meia-noite.

Paulo Coelho é um dos mais celebrados autores do mundo. Vende como ninguém. Todo o seu novo livro é traduzido e editado em imensas línguas, em quase todos os países do planeta. Li três das suas obras e, seguramente por defeito meu (e não estou a ser irónico, acreditem), não consegui entender a razão do êxito. Mas algo de importante deve transmitir para provocar a adesão dos milhões de fiéis leitores.

Um texto aqui publicado há dez anos

"Chega hoje a Belém. Esperemos que para bem. Não votei nele, mas desejo, com a maior sinceridade, que, nos próximos cinco anos, saiba i...