O mais caro estacionamento em Lisboa é, a grande distância, na rua da Escola Politécnica. E não é cobrado pela EMEL, é pago ao balcão da Livraria da Travessa. Hoje - tragédia logo anunciada! - havia um lugar vago e parei. E lá trouxe o ” Vento Vadio”, as crónicas (“crônicas”, por lá) de Antônio Maria, um dos muitos magníficos escritores do género que o Brasil teve e tem. “É para oferta?”, perguntou-me a mascarada do lado de dentro do balcão. “Sim, é para me oferecer a mim, antes do Natal!”.