Cada vez mais gosto de gente que assume os seus erros, que confessa que se enganou, que o que previu não se realizou, que fez o seu melhor mas que esse melhor acabou por não ser o ótimo. Mas não me sinto muito acompanhado neste sentimento.
Eu acompanho—o. A quem foi dada a possibilidade de ser/existir, a capacidade de reconhecer a falibilidade sem se sentir menor (pois não necessita de se sentir maior) é uma característica essencial.
Quantas vezes já apontei aqui erros seus e vossa excelência nunca os corrigiu?
ResponderEliminarEu acompanho—o. A quem foi dada a possibilidade de ser/existir, a capacidade de reconhecer a falibilidade sem se sentir menor (pois não necessita de se sentir maior) é uma característica essencial.
ResponderEliminarNos gloriosos tempos da Grande Revolução Cultural, a honesta autocrítica era uma arma fundamental do proletariado chinês...
ResponderEliminar