sábado, setembro 13, 2014

Por obra e graça do Novo Banco

No dia 7 de agosto, escrevi por aqui isto:

"Numa coisa, porém, Carlos Costa pode ter cometido um grave erro: ao ter afirmado que "a medida de resolução, agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adotadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público e nem para os contribuintes". Esqueceu-se porventura de acrescentar: "se tudo correr bem"...

É hoje evidente que isso pode, ou não, ser verdade. Para a vida, essa frase vai ficar-lhe colada à pele. Se tiver razão, a sua presciência será creditada, com louvor, no seu excelente currículo de grande servidor público. Se acaso se tiver enganado, esse erro não lhe será perdoado pela História. E pelos contribuintes."

Lembrei-me disto hoje. Sem o menor gosto, diga-se.

Gama

No Museu Nacional de Estocolmo descobri esta esplendorosa tapeçaria, parte de uma série encomendada em 1400 pelo rei d. Manuel I para comem...