domingo, 24 de janeiro de 2016

Presidente Marcelo Rebelo de Sousa

O voto inequívoco dos portugueses colocou Marcelo Rebelo de Sousa no Palácio de Belém. Não era este o meu candidato, mas este será, a partir de agora, o presidente da minha República. 

Por aqui coloquei, em diversas ocasiões, as dúvidas que conduziram a que não lhe desse meu voto. Espero, com toda a sinceridade, ter estado errado na avaliação que fiz. Espero que Marcelo Rebelo de Sousa me surpreenda. 

8 comentários:

Anónimo disse...

Não há nada como realmente...

Reaça disse...

Foi como que "lavar a alma"

As Bmbinhas da Catrina disse...

Mas a coisa das abstenções são pró ou contra quem ganha?

Ou são pró ou contra quem perde?

Ora se a abstenção votasse Tino de Rãs, foi o tino o prejudicado.

Será que os comunas foram também atraiçoados pela malta das arruadas?

Sacanas, só quiseram passear de autocarro desde Beja pelo país inteiro.

opjj disse...

EU bem avisei.Tudo uma questão de fé e paixão.Felizmente o Zé mão endoideceu.O perigo está no ACosta.

Isabel Figueira disse...

Muito gostaria de saber quem foram os votantes de Tino de Rãs.

Joaquim de Freitas disse...

Em democracia, só os votos que entram na urna é que contam. E a soma dos votos é como uma guilhotina: quando cai, não é possível modificá-la.
Que se tenha sido vencedor em Berlim e Frankfurt e se tenha perdido em Coimbra, não muda o aspecto das coisas. Só o total conta.

Fui espectador e actor de muitas vitórias perdidas da esquerda em França. E sempre pela mesma razão: a dispersão das forças de esquerda. Ao contrário das forças da direita, que se unem.

Em Portugal, mesmo o "irrevogável" que vê de longe... avisou do perigo potencial da segunda volta!

Ver as esquerdas unirem-se e chegarem galvanizadas à segunda volta era o perigo para a direita. Com os medias controlados, foi uma brincadeira de criança de o evitar.

Em 2012, em França, alguns lideres da esquerda, pequenos partidos que têm o direito de existir com as suas nuances em relação aos partidos ditos de governo, como o socialista, quiseram dar uma lição na primeira volta ao partido socialista, por causa da sua deriva centrista e mesmo direitista. O resultado, é que só os dois candidatos mais votados podem participar à segunda volta. E na segunda volta apareceram o Chirac e o Le Pen. O candidato socialista, Lionel Jospin, estava a alguns décimos na contagem final. Conclusão : Foi preciso que a esquerda "solidariamente" vote por Chirac, a direita, para salvar a França do fascismo de Le Pen.

A esquerda foi frequentemente a "bengala" da direita. A esquerda é a liberdade. A esquerda admite as diferenças no seio dos partidos, em nome da diversidade e do debate. Mas as correntes" internas provocam por vezes grandes calafrios e mesmo pneumonias. Foi o que aconteceu à esquerda portuguesa ontem.

Não pode haver vitória sem união antes do combate final. Ao romantismo da esquerda, respondeu o pragmatismo da direita. Nem foi preciso, para o candidato da direita , fazer política ao longo da campanha.

Se eu fosse responsável político dum partido de oposição em Portugal, teria reflectido na "performance" doutro actor , do grande ecrã este, que se chamava Ronald Reagan! Que, no país dos "Managers", venceu os profissionais da política! Muito mau actor de cinema mas grande vendedor de grandeza para a América. Mesmo se isso custasse aos americanos a maior "desregulação" da sociedade jamais vista. Que vendeu depois e muito bem à Margareth Thatcher

Anónimo disse...

Para Isabel Figueira:
Dos que conheço, alguns saíram do IST, depois voltaram para mestrados, e ocupam profissionalmente grandes empresas privadas.Dos que conheço, mas há certamente pessoas não letradas, claro.

Anónimo disse...

25 de janeiro de 2016 às 16:36,

Eu saí do Técnico, não ocupo profissionalmente nada, e votei no Sampaio (e já da outra vez no outro Sampaio). Vale pelo Tino?

Nuno de Magalhães