sexta-feira, abril 12, 2013

Palavras de ontem

A palavra pública tem um preço: fica eternamente em letra de forma e pode ser revisitada, como juízo da coerência de quantos se mobilizam no apoio a protagonistas de orientações que foram alvo das suas críticas.

15 comentários:

  1. Ui! meu caro amigo, que bela bicada...
    Maior quando aplicada a um país de curta memória, mas de muita pros(apia)!
    O que me ri com este seu post que, evidentemente, é de carácter generalista e não se aplica a ninguém em particular...

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  2. Anónimo23:12

    A palavra de (não) ordem é a coerência...

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  3. Ó Helena! Nem por sombras! Ora essa!

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  4. Anónimo23:23

    De um estudante de economia para uma economista e para si, que descobri recentemente as suas notas pouco diárias com que me delicio periodicamente, não podia estar mais de acordo... votos de um bom e produtivo serão( que eu pessoalmente espero ter pela frente)

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  5. Leio Quitério com grande respeito. Sabe como ninguém jogar com as palavras, criando um léxico inconfundível onde o vinho é o néctar de Baco e a refeição é o edifício prandial. Quando o leio no Expresso, lembro-me frequentemente das palavras que Eça atribuiu a Fradique Mendes: "Tome você o primeiro acto de Frei Luís de Sousa, do Garrett – do Garrett que era outro pobre de léxico!, aí tem você uma pura obra-prima, uma das mais belas que existem em todas as literaturas da Europa. Nada de mais sóbrio, mais simples, mais seco. Cada frase contém apenas as palavras necessárias e tem contudo dentro de si todo um mundo de coisas profundas".

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  6. Ora bolas! Nao era neste post. Era no texto sobre o José Quitério!

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  7. Como sou mais livre, dado não ser figura pública, vou dizer que aplico este seu texto a Poiares Maduro.

    (Embora seja possível aplicá-lo a mais algumas criaturas, claro. Mas o ministro é o mais recente).

    E já agora não entendo a nomeação de Pedro LOmba nem o seu presumível mérito.


    Os meus respeitis.


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  8. Também !...
    A maior competência que nos capacita prá vida é saber evoluir, adaptando-se aos tempos, às mudanças, aceitando os novos paradigmas...

    Um Grande Pensador que transitou do século passado para este, aliás autor conhecido, diz com propriedade que só não muda quem é burro, daí que nem a coerência nem a congruência dão jeito algum nesse contexto...

    Os espíritos de autocontradição não deixam de ser interessantes além de que nos conseguem levar à perplexidade pela flexibilidade manifesta.

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  9. Anónimo01:36

    Como li no Facebook que o Autor do blog esteve no Porto talvez o texto se refira ao anúncio de que Aguiar Branco vai integrar a lista de Luis Filipe Menezes nas eleições da Invicta, depois de ter dito dele o que Maomé não disse do toucinho.

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  10. Anónimo09:43

    Às personagens a quem com tão fina ironia se refere o Senhor Embaixador, vou deixar-lhes aqui uma frase da dupla Laurel e Hardy: "Não sou tão parvo como tu pareces"! E ficam todos muito contentes...

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  11. Anónimo10:01

    Aguiar Branco abandona o Governo?Os militares vão a pé a Fátima.

    ::))::))

    LUIZ

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  12. Anónimo11:34

    Apesar da cortesia da Exma. Srª Helena Sacadura Cabral, estou convencido que o post tem alvo(s) a atingir, de momento. Gente mundana!
    Mas o que é mais lamentável e revelador, é ver a “cambada pequena” que foi mantida, atarantada a ver para onde cai a situação. Dizem amém a tudo e ao seu contrário.
    É por isso que não se entende muito bem a oportunidade do post. Sempre foi assim…

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  13. Anónimo12:21

    Apesar de já estares maduro, alomba, Xico, alomba. Já não há surpresas

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  14. Nesta altura do campeonato, e face aos últimos desenvolvimentos políticos, este post terá como alvo um de dois governantes: Poiares Maduro (que me parece um tanto verde para estas andanças), ou Aguiar Branco, que vai acompanhar, agora, o "inimigo" de ontem.

    Ou quem sabe se, de uma penada, não atinge os dois. E com força!

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  15. O que eu já me ri, de novo, por causa da resposta que me deu o autor do blogue, do comentário de São, do Luis e dos Anónimos das 9:43, 10:01 e 11:34. Ainda estou a rir!

    Ó São estou consigo, não entendo nada desta situação.

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Ai Brasil !

Fosse eu brasileiro e, depois da intervenção de ontem de Marco Rubio no congresso americano, na interpretação do "droit de regard"...