... me faria citar João Manuel Tavares: “Compreendo mal que enchamos a boca com frases do género “uma vida não tem preço”, e depois não estejamos dispostos a pagar o baixíssimo preço de instalar uma app cheia de garantias de privacidade se ela puder ajudar a salvar vidas.”
sábado, outubro 17, 2020
sexta-feira, outubro 16, 2020
Curioso...
É curioso ver gente que sempre achou que o fascismo e a ditadura salazarista - com suspensão de liberdades, prisões e tortura - era uma treta magnificada pelos “comunas” ficar agora muito indignada perante medidas excecionais, democraticamente controladas, durante uma pandemia trágica.
quinta-feira, outubro 15, 2020
É assim!
Na tarde de terça-feira, escrevi no JN um artigo, que foi publicado no dia seguinte, que terminava assim:
“A minha preocupação, olhando os últimos números mas, principalmente, lendo as tendências em vários países europeus, é saber se, perante a constatação de que podem vir a ser necessárias novas e mais fortes medidas limitativas, existe ambiente público para conseguir impor esse novo pacote de restrições, em condições de garantir a sua obediência generalizada.
É que um eventual incumprimento dessas novas medidas emergiria como um fator de corrosão da autoridade do Estado. E esse seria um drama a somar à tragédia.”
Nem eu pensava no que agora por aí vai, em termos de discussão pública.
O país que somos
Um bom teste à nossa cidadania, bem como ao grau de adesão a um sentimento de solidariedade coletiva digno de uma sociedade decente, é avaliar as reações aos constrangimentos decididos pelo poder democrático para fazer face a imperativos de segurança sanitária.
quarta-feira, outubro 14, 2020
Tempos de dúvida
Portugal atravessa aquele que é, porventura, o momento mais delicado da gestão da pandemia. Não me refiro à questão médica e sanitária, assunto que deixo a quem dele sabe.
O ponto que aqui me importa é a dimensão cívica e política do tema. Como questão de cidadania, essa é uma questão sobre a qual é legítimo que todos tenhamos opinião.
Em março, o país tomou um susto e confinou-se. O governo esteve bem no modo como atuou e as medidas impostas, com maiores ou menores reticências de alguns, foram genericamente bem aceites. A tragédia italiana, somada ao agravamento da situação em Espanha, criou o caldo de temor que permitiu que se tivesse ido mesmo bastante longe nas medidas coercivas.
António Costa mostrou então uma autoridade equilibrada e o país reconheceu o valor dessa liderança. No seu estilo, o presidente fez o que lhe competia, na solidariedade institucional que era indispensável. Rui Rio, acompanhado pelo país político responsável, mostrou-se à altura do momento. Os resultados eram animadores e isso ajudou, se não ao consenso, pelo menos a uma maioria de adesão.
Depois, vieram as “exceções”, para todos os gostos – das datas institucionais às manifestações cívicas, por causas ou por causa de algum partido. E, claro, Fátima. Com o progressivo retorno a alguma normalidade, surgiu o natural agravamento dos números.
O discurso oficial, que, compreensivelmente, sempre navegou um pouco à vista, entre os exemplos alheios e os números pátrios, ressentiu-se, muitas vezes, em termos de coerência. Nunca se assumiram nem se confessaram os erros praticados, o que, de certo modo, debilitou a confiança nas caras que titulavam a orientação seguida. Foi injusto, mas foi assim. E a chicana política foi encontrando espaço para operar.
Do quase consenso, algum país descolou então da narrativa oficial, duvidando da proporcionalidade de algumas medidas, ironizando de outras. Com a segunda vaga, muitas pessoas sentem-se inquietas e duvidosas do saber de quem as deve orientar.
A minha preocupação, olhando os últimos números mas, principalmente, lendo as tendências em vários países europeus, é saber se, perante a constatação de que podem vir a ser necessárias novas e mais fortes medidas limitativas, existe ambiente público para conseguir impor esse novo pacote de restrições, em condições de garantir a sua obediência generalizada.
É que um eventual incumprimento dessas novas medidas emergiria como um fator de corrosão da autoridade do Estado. E esse seria um drama a somar à tragédia.
terça-feira, outubro 13, 2020
segunda-feira, outubro 12, 2020
Taberna Ó Balcão
Chama-se “Taberna Ó Balcão”. É um caso sério, em matéria de restauração, em Santarém. Uma bela surpresa.
Soares
Neste ano letivo em que o Colégio da Europa, em Bruges, tem o nome do antigo presidente como seu patrono, a Fundação Mário Soares e Maria Barroso disponibilizam um valioso acervo documental, consultável on-line.
Podem visitá-lo aqui: soares-europa.fmsoares.pt
O enrascanço
A palestra matinal, em Évora, a convite de uma determinada entidade, fora algo cansativa. Ou era eu quem estava muito cansado.
Por esses tempos, andava num vai-e-vem entre o país e o estrangeiro, com saídas todas as semanas, com os meus sonos ao deus-dará. Acordava, sobressaltado, em hoteis ignotos, caía como uma pedra nos assentos dos aviões, fazia refeições incaraterísticas.
Ir a Évora, essa bela capital gastronómica do Alentejo, e ir almoçar em bando, numa determinada instituição, com os integrantes do colóquio, era uma ideia que me parecia menos simpática. Inventei, assim, um pretexto qualquer, a ter lugar de seguida em Lisboa, e consegui libertar-me.
Mas esse expediente tinha um inconveniente: não podia correr o risco de ser visto “desenfiado” no Fialho, na Tasquinha do Oliveira, no Luar de Janeiro ou no Cozinha de Santo Humberto, ou mesmo, na muralha, no Moínho do Cu Torto. (E ainda não existiam, à época, o Dom Joaquim, o Origens ou o Degust’Ar). Havia que sair da cidade. As opções eram só duas: o Chico, em São Mansos, ou o Manuel Azinheirinha, em Santiago do Escoural.
Com o meu motorista, Alberto Delgado, comparsa para a refeição, zarpámos para o Azinheirinha. Estava cheio, mas arranjou dois lugares para nós. Comeu-se bem, com o Alberto a poupar-se nos álcoóis, porque tinha de conduzir. Depois da ameixa da sericaia, que imagino tenha deglutido com acompanhamento de JB, com que, à época, ainda me dava o luxo de terminar os repastos, preparei-me para pagar e avançar para Lisboa, sonhando com uma hora de sesta, no carro.
Veio a conta, abri a carteira e saíram-me notas de francos belgas, que era então a minha segunda moeda, depois do escudo, patrioticamente ainda em vigor. Saquei do meu cartão de crédito e o Manuel Azinheirinha, com cara impassível, disse-me que não tinha cartões. O Alberto Delgado não tinha levado dinheiro consigo. Não há azar, vou ali ao banco levantar dinheiro, pensei e disse. “Não há Multibanco, cá no Escoural”, ouvi. Ó diabo!
Da mesa ao lado, onde presidia a um divertido grupo, o meu amigo António Franco, que cruzáramos à entrada e que podia ajudar-me, já tinha abalado, há muito. E abalado, ou melhor, enrascado, estava eu a começar a ficar, pela situação em que me colocara.
O Manuel Azinheirinha não me conhecia de parte alguma e, por um momento, tive a sensação de que dizer-lhe que era membro do governo podia não ser, necessariamente, um fator credibilizante. Ter de pedir-lhe para nos “fiar” o almoço era algo que não me apetecia nada, mas foi o que tive de fazer, à falta de melhor solução. E ele, sem problema aparente, aceitou. A alternativa seria “chamar a Guarda”, mas eu teria, provavelmente, cara de quem o não iria enganar.
E, claro, não enganei. No dia seguinte, lá foi um cheque meu para Santiago do Escoural.
A história tem, porém, um não-evento embaraçante. No mesmo dia do almoço, passei por um Multibanco em Lisboa, para levantar dinheiro. O meu cartão de crédito estava caducado...
Voltei ao Manuel Azinheirinha algumas vezes, nos anos seguintes. Nos últimos tempos, por várias razões, tenho ido menos. Uma nota do José-Paulo Fafe, no seu portal do Facebook, hoje lembrou-me este amável “dissidente” do Fialho. Que confiou em mim.
domingo, outubro 11, 2020
sábado, outubro 10, 2020
Os filhos ilegítimos de Trump
Não sei como se chamam, nem sei como chamar-lhes. É uma raça política estranha, que vive num registo cheio de contradições, se calhar em sintonia com este estranho e novo tempo – o qual, no discurso ácido de que agora se alimentam, chega a parecer velho. Às vezes, parecem de uma esquerda radical, outras vezes chegam a tresandar a uma direita velha e relha.
O fim do mito soviético, enterrado nas pedras do muro derrubado em Berlim, tornou muitos deles órfãos de um passado político do qual, curiosamente, nem sempre haviam sido seguidores incondicionais. Mas a desaparição ou falência de um certo tipo de partidos, em países onde a esperança já teve melhores dias, acabou por conduzi-los à “terra de ninguém” onde hoje vivem.
É difícil catalogá-los numa mesma prateleira, sendo que o único denominador comum entre todos parece ser a sua sedução por modelos autoritários, a recusa da globalização e a identificação caricatural que fazem das democracias liberais com o neo-liberalismo mais maléfico. Têm dois alvos de eleição: a Europa integrada, tida como símbolo do regresso da Alemanha ao lugar de comando, e um mundo ocidental sob a matriz da NATO.
O principal farol que os ilumina é a figura de Vladimir Putin, visto como o chefe da resistência a um mundo que diabolizam. Alguns alimentam uma discreta sedução por figuras como Orbán. Se lhes perguntarem por Lukashenko, dirão que é para manter no lugar, quase apenas e só porque o líder bielorrusso desagrada àqueles que eles detestam. O Donbass é um seu lugar de culto e o teste do algodão é a resposta à pergunta sobre se a Crimeia é ou não legitimamente russa.
Erdogan é simpático a muitos. Maduro a outros tantos. Apoiam quem mantiver Cuba “do outro lado”. Olham com bonomia divertida a Coreia do Norte, pela irritação que provoca em quem eles não gostam. No Médio Oriente, protegem Assad e o Irão. Mas não é isso contraditório com a simpatia por Ancara? A lógica não é o seu forte e mandam às urtigas a coerência.
A irónica novidade é que Donald Trump é o grande culpado da sua reconciliação episódica com os Estados Unidos – depois de uma vida que alimentaram contra o satã yankee. Por isso, detestam a América de Biden, os democratas, tidos por cúmplices de uma Europa feita à medida dos interesses que desprezam. Se pudessem, davam cabo de Schengen, recuperavam o sentido nacional, último bastião do novo “no passarán”. Por essa razão, bateram palmas ao Brexit, vendo o afastamento do Reino Unido como uma oportunidade para diluir uma União Europeia que já não têm como projeto redentor.
É bem revelador do estado a que chegaram as coisas ouvir e ler esse discurso de sobrolho cerrado, adjetivando duramente os adversários, numa onda de desespero que, há que reconhecer, deixou de ter um porto político seguro de abrigo. Alguns andam pelas graves trincheiras das redes sociais, outros palestram declarações chocantes.
Uma coisa me parece evidente. Esses órfãos políticos são hoje os filhos ilegítimos de Trump. Pelo menos, até ver.
sexta-feira, outubro 09, 2020
Os sucessores
Raramente, numa eleição presidencial americana, se olhou tanto para os candidatos à vice-presidência. O único debate entre Mike Pence e Kemala Harris foi observado à luz do que seria a eventualidade de qualquer deles poder vir a chegar à titularidade da Casa Branca.
Verdade seja que nunca, como hoje, a questão da idade de um presidente dos Estados Unidos tinha assumido uma tão grande importância. Com a evidente fragilidade física de Joe Biden, somada à questão da pandemia que atingiu Donald Trump, suscitou-se como que uma atenção pouco usual às figuras que, em caso de uma crise limite do estado físico dos presidentes, poderiam ser colocadas no seu lugar.
Como observadores exteriores, só poderemos imaginar o que significa, em termos humanos, o exercício das funções de um presidente dos Estados Unidos. Sendo um Chefe do Estado que acumula com a direção executiva do país, qualquer líder americano concentra em si, além de responsabilidades globais que usualmente têm vindo a ser as suas no quadro internacional, um poder de recorte muito singular.
Lendo-se os muitos livros que relatam o dia a dia da Casa Branca, em várias encarnações presidenciais, pressente-se as tensões que por ali habitam, os jogos políticos, as mais das vezes de natureza nacional, que nele recaem. Nos Estados Unidos não existe um governo, no sentido colegial do termo. A gestão sectorial do pais é assegurada por figuras designadas pelo presidente, mas é este que surge como a cara do poder político.
Serve isto para dizer que num presidente americano assenta um peso de responsabilidades que, muito dificilmente, pode ser exercido por alguém que não esteja na plenitude de uma condição físico-anímica forte e capaz.
O primeiro debate Trump-Biden revelou um contraste. O antigo vice-presidente de Obama, que joga nestes tempos a necessidade de se mostrar como uma alternativa credível a Trump, revelando um perfil presidenciável, deu de si mesmo uma imagem frágil, aqui e ali hesitante no discurso, suscitando legítimas interrogações sobre a sua capacidade para estar à altura de um exigente mandato de quatro anos.
Trump, por seu turno, ao assumir o seu estilo “bully”, terá confortado os seus tradicionais apoiantes. Em face de um Biden fraco, com voz débil, com um fácies onde as marcas da idade não iludem, Trump foi ali a afirmação da força e do vigor.
Só que a vida traz surpresas: pouco tempo depois, Trump viu-se afetado pela pandemia e, de um instante para o outro, o forte passou a fraco. Trump percebeu este reverter de posições, pelo que o modo quase “macho” com que procurou sair daquela situação revelou que a dimensão física do poder faz parte integrante da sua imagem de marca. Se acaso viesse a ser vencido pela pandemia, isso seria muito mais do que uma doença: seria um estilo e uma presidência que estariam em causa. O que os factos e os debates subsequentes nos trouxerem será, assim, algo de decisivo.
Numa segunda linha, Harris e Pence tentaram mostrar-se como opções dignas no “banco” dos suplentes, para usar uma imagem do futebol, no caso de uma substituição vir a ser necessária.
Para os democratas, a prestação de Kemala Harris pode ter ficado um pouco aquém daquilo que estariam à espera: um “arrasar” do vice-presidente, colando-o à imagem desastrosa do presidente, ao mesmo tempo apresentando-se com uma imagem de alternativa, não apenas a Trump mas, igualmente, ao próprio Biden. Sem ter sido excecional, Harris esteve bem.
Pence não apresenta a imagem “afetiva” de Kemala Harris. É um politico profissional, com um discurso conservador estruturado, passando, embora de forma monocórdica e inexpressiva, uma mensagem coerente e arrumada. Quem tiver visto o debate terá reparado que, ao contrário de Harris, nunca por ali se falou de Pence, da sua figura. O vice-presidente desapareceu no debate, por detrás de Trump. Nada mais ficámos a saber dele. Cumpriu o seu papel.
O “banco” de suplentes das presidenciais americanas apresenta, ao que parece, dois “safe pair of hands”, como os anglo-saxónicos costumam dizer.
quinta-feira, outubro 08, 2020
A Nobel
Querem que seja sincero? Só li dois livros de Louise Glück. Ou querem que eu seja ainda mais sincero? Nesse caso, confesso que nunca tinha ouvido falar da nova Nobel da Literatura.
Um belo silêncio
Ontem, estive, por mais de uma hora, num local onde, por lei, é em absoluto interdita a entrada de telemóveis, iPad e coisas similares.
À entrada, um envelope selado recolhe esses nossos pertences eletrónicos, que devem ficar em “modo de voo” e são guardados num cofre.
Que magnífico período de silêncio! Que bom foi ter de “puxar pela cabeça” para me lembrar de alguma coisa, sem ir ao Google! Que bela a sensação de ter a certeza de que a conversa não seria interrompida, de que, nem eu nem os meus interlocutores, teríamos a tentação de olhar os emails ou as SMS!
É claro que, à saída, no parque de estacionamento, passei um bom bocado a pôr a escrita em dia. Mas lá que foi agradável aquele intervalo digital, lá isso foi.
quarta-feira, outubro 07, 2020
Deixei de sorrir
Se a América, em ano de eleição presidencial, prometia já um tempo fascinante de observação, a pandemia deu uma inesperada ajuda a um teatro político que, com uma figura como Trump em cena, acabaria sempre por ter caraterísticas ímpares.
Vou confessar uma fraqueza: às vezes, ao longo destes últimos quatro anos, dei comigo numa atitude de divertida atenção à “performance” daquele que, não tenho a menor dúvida, a História virá a consagrar como o mais irresponsável presidente que alguma vez saiu em rifa à América.
Quando o via na televisão, ao mesmo tempo que ficava assustado com a tragédia de ter uma personalidade deste jaez à frente de destinos que condicionam os nossos, raramente conseguia não esboçar um sorriso.
Aquela figura caricata, que parece sempre estar aos ombros de si próprio, onde quer que esteja, que se acha “o máximo” e não mede o ridículo de afirmá-lo, protagoniza um arremedo de presidente que tinha o condão de, ao irritar-me, simultaneamente me divertir.
Ao vê-lo fazer aqueles “carões”, com gestos de afirmação machista, a sua pulsão por um exercício quase físico de autoridade, sentia estar a assistir a um “show” que, nem por ser de série B em termos políticos, deixava de ser curioso observar. Em alguns momentos, tinha a sensação de que Trump mimava as suas próprias imitações, numa emulação do “boneco” de Alec Baldwin.
Trump é autor do “script” para o seu monólogo de poder, carimba um registo que todos reconhecem e esquissa, a traço sempre grosso, o retrato que, a todo o momento, projeta de si mesmo. Trump é transparente: com as suas mentiras e exageros, só engana quem se dispõe a ser enganado.
O que mais impressiona é ele estar visivelmente sozinho em toda a encenação. É talvez a orgulhosa consciência dessa solidão que lhe potencia a força anímica para sustentar o espetáculo. Ele sabe que consegue obrigar-nos a assistir, como espetadores impotentes, àquela peça porque, à partida, sabe ser titular de um poder que o converte no homem conjunturalmente mais poderoso do mundo.
Na noite de segunda-feira, porém, parei de sorrir, por completo. Quando vi Trump chegar à Casa Branca e tirar, quase com violência, a máscara, metê-la no bolso com um ar de desprezo, num gesto – vou usar a palavra, porque é essa – criminoso, enviando um sinal para a morte a muitos seguidores, pensei que não tenho, afinal, o direito a usufruir de um olhar lúdico sobre uma personagem que, na sua irresponsabilidade arrogante, encarna o pior que a política nos pode trazer de maléfico.
terça-feira, outubro 06, 2020
Regresso aos restaurantes
Com todos os cuidados, pode e deve-se regressar aos restaurantes, que, em geral, então a fazer um esforço magnífico para manterem as portas abertas, garantir empregos e satisfazer os seus clientes.
No meu blogue “Ponto Come”, estou a assinalar a retoma da normalidade em muitas casas. Hoje, faço uma apreciação a cinco restaurantes visitados na zona de Sintra. Podem ler aqui.
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Eu, apagado
Sinto-me excluído. Numa sala de espera, trocam-se memórias épicas do apagão de há um ano. Há relatos que parece emularem o terramoto de 1755...












