domingo, 24 de fevereiro de 2019

Finalmente, a sensatez!


"A Mulher, o feminismo e a lei da paridade", um artigo tirado de uma nova parceria entre o "Observador", o suplemento feminino do "Diário da Manhã" e a "Modas & Bordados", que prova que "isto" começa a compor-se!

A ler, sem falta! Aqui.

6 comentários:

Anónimo disse...

Eu já começara a adivinhar que ele me escolhera para eu sofrer, às vezes, adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito:como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Eduardo Gastão Ramos disse...

Senhor Embaixador: sem dúvida reconfortante !

aamgvieira disse...

Vergonha é o que não falta aos geringonços:

Mariana não tem independência para criticar uma lei do seu pai, tal como Cabrita não é imparcial para analisar normas da sua mulher Ana Paula. Há um conflito de interesses que só Costa é que não vê.

1. A tendência dos apoiantes da geringonça para construírem realidades paralelas onde a lei e a regra dos comuns mortais não se aplicam não pára de surpreender. Desta vez, está em causa o facto do pai José Vieira da Silva e da filha Mariana Vieira da Silva passarem a partilhar dois assentos no Conselho de Ministros — o que agrava o ambiente familiar do Governo que já conta com o casal Eduardo Cabrita e Ana Paula Vitorino.

In Observador, Luís Rosa

Heitor Araujo disse...

Já tinha lido este artigo antes de passar aqui pelo seu "canto". Devo dizer que foi a primeira vez que me senti incomodado com um artigo escrito por uma senhora sobre o feminismo, mas pelos motivos diametralmente opostos àqueles que seriam expectáveis...

Anónimo disse...

Este seu Post levou-me a repescar um livro que aqui há uns tantos anos descobri numa “biblioteca” de uma tia-avó, da sua graça Urbana (um nome que caiu desde há décadas em desuso), da Beira-Alta, que ela guardava com todo o carinho e respeito – uma espécie de guia a “indicar” o caminho de “como uma Esposa se deve comportar”. Uma senhora bondosa, carinhosa, sempre pronta a receber qualquer familiar que lá lhe aparecesse. Todavia, muito devota, admiradora – sem limites – dessa sinistra figura, fascista, que foi Salazar. A Igreja, a Família, o Estado (à época) eram os valores que, para ela, prevaleciam. Deus, Pátria e Família, a tal trilogia. Um dia, já mais crescidos, eu e meus irmãos, fomos “brindados” com um livro da autoria de Paulo Combes, um “franciu” qualquer, que se dignou, ou melhor, teve a pachorra de escrever uns tantos tratados sobre…as Mulheres e de como elas se deveriam comportar na Sociedade e nos diversos meios em que se inseriam. A título de exemplo, o "rapaz" Combes (Paulo) escreveu os seguintes “livrinhos” (verdadeiras “obras de arte” do machismo naquela altura, que, mais tarde, o fascismo salazarista veio a adoptar: 1) O Livro da Esposa; 2) O Livro da Dona-de-Casa; 3) O Livro da Mãe; etc. No “Livro da Esposa”, respingarei, a título de humor (negro) uma, ou outra passagem: "A Esposa não tem um Anjo por Esposo, mas um Homem. E, nesse sentido, “um Homem pode errar” (isto no capítulo da (in)Fidelidade conjugal. Ou seja, Paulo Combes, desculpabilizava o acto de adultério da parte do marido, embora, noutro capítulo, culpabilizasse semelhante atitude da parte da tal Esposa (gravíssimo!). Aqui tece umas tantas teorias e dá “receitas” para que tal não suceda…culpabilizando a Esposa por aquele procedimento infiel do marido, “afinal, foi por falta de atenção, carinho e dedicação e entrega sexual que o homem/marido, foi à procura de outra (!)”. Para terminar, visto não querer deixar aqui um longo texto sobre esta “Bíblia” de costumes da Esposa, cito uma frase que diz tudo sobre o papel do homem e da mulher, num contexto de matrimónio, segundo essa “luminária” que foi Paulo Combes: “ Estamos a adivinhar o que dirão as mulheres ao ler o que atrás fica exposto: Pois quê? Aqui só se trata dos cuidados que as mulheres devem ter com os maridos; quanto aos que eles (maridos) devem ter com as esposas, nada se preceitua. O marido está como quer!”
Este livro de “instruções” para a Esposa, foi publicado em 1948, pela Editora “Educação Nacional” (salazarista) de Adolfo Machado, Rua de Almada, 125, Porto (Leitores e Autor do Blogue: onde hoje se encontra a famosa Queijaria do Almada, onde uns simpatiquíssimos espanhóis, a par de uns portugueses e uma excelente equipa de atendimento, possui e expõe, um a Loja de Queijos do melhor que há neste país, chamado Portugal. Vão lá e degustem!). E a edição que minha delicada tia-avó Urbana possuía e que hoje está comigo, era a 5ª (ao que se sabe, outras tantas se lhe seguiram, para “bem das muitas Esposas portuguesas, ao tempo”.)
Having said that, proponho-me enviar um exemplar à Esposa (e médica) Joana Bento Rodrigues, logo descubra um num alfarrabista. Fica a promessa, Srª Drª! Quem sabe se lhe inspirará outros e melhores e mais substancias, textos eruditos como este que escreveu, com tanta devoção. Nada como CDS para salvar a imagem da mulher moderna portuguesa!
No final, o tal Paulo Combes diz: "leitoras do Livro da Esposa, lede, pois (e meditai),também sobre o Livroda Mãe!" Pois bem, no seu conjunto, recomendo à Drª Joana a trilogia de livros: Da Espoa, Da Dona-de-Casa e da Mãe. Desta forma, um próximo artigo sobre o tema Mulher, ficará muito mais enriquecido. Pode crer! Ah, naquela altua, o livro custou 15 Escudos. Hoje é capaz de ser um pouco mais caro, mas quando se quer aprender ainda mais (sobre o dito tema da Mulher no Lar), o custo dessa aprendizagem não tem preço.
a)Jorge Albuquerque

António disse...

E da família tem este governo socialista tratado exemplarmente.
De qualquer modo, o politicamente correcto é o fascismo dos nossos dias. Quem decide o que é politicamente correto? Em nome de quem?
Pois umas minorias em nome dos seus interesses. É uma definição de fascismo. O povo é burro e tem que ser ensinado. Nem que seja à força.