Nasceu há dez anos, que ontem se comemoraram. É incontroverso que a Fundação Francisco Manuel dos Santos ganhou já um espaço próprio na sociedade portuguesa. António Barreto foi o seu primeiro presidente, seguido de Nuno Garoupa, agora de Jaime Gama. É uma estrutura leve, de gente empenhada, onde David Lopes é a alma inquieta e imaginativa que faz mexer toda a máquina. Todos os portugueses conhecem a Pordata, que nos ajuda a conhecermo-nos melhor como sociedade. Muitos de nós comprámos, lemos ou consultámos algumas das pequenas monografias em livro, ou os "Retratos" tirados a temas insuspeitados, editados nesta década pela Fundação. E aprendemos bastante com isso.
Gostava aqui de deixar um abraço a dois amigos cujo entusiasmo esteve na origem desta magnífica iniciativa: a José Soares dos Santos, o membro da família proprietária do grupo Jerónimo Martins que é diretamente responsável pela Fundação, e. muito em especial, a Alexandre Soares dos Santos, seu pai, um homem determinado, com ideias próprias e firmes, por vezes controversas, uma grande figura de empresário que me habituei a admirar e respeitar. Por estes dias, ambos têm fortes razões para estarem orgulhosos com o trabalho que a Fundação que tiveram iniciativa de lançar e apoiar.
A FFMS, com o seu impressionante património de realizações, dá uma bofetada diária a quantos, querendo iludir a importância desta iniciativa de responsabilidade social de um grupo económico central na economia portuguea (e não só), se entretêm na ironia depreciativa em torno de tudo quanto tem sucesso e prestígio.
