sexta-feira, setembro 15, 2017

A verdade das notícias

A ERC decidiu não se pronunciar sobre a minha indigitação para um lugar (não remunerado) no Conselho Geral Independente da RTP, embora deixando algumas notas muito simpáticas sobre a minha adequação às funções.

Convirá deixar claro que a objeção da ERC se prende exclusivamente com a minha recusa em deixar de colaborar em órgãos de imprensa, limitação que não aceito. Aconselho a leitura do comentário do presidente da ERC para melhor se entender isto.

É totalmente falso que a ERC considere haver a menor incompatibilidade com a minha colaboração com empresas privadas, como alguns ainda tentam insinuar. A ERC desconsiderou assim, em absoluto, o argumentário dos subscritores de uma carta que por aí andou.

Repito: para ter o parecer positivo da ERC bastar-me-ia prescindir de colaborar na imprensa. Mas eu não prescindo. Agora e no futuro. Apenas isso!

6 comentários:

  1. Anónimo22:38

    Faz bem

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  2. La liberté existe toujours. Il suffit d'en payer le prix.
    Montherlant (Henry Millon de)

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  3. E a seguir também incluíam aqui esta enseada onde a memória toma abrigo e o pensamento retempera forças?

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  4. Anónimo15:46

    Acto de coragem aceitar integrar o Conselho de Opinião de uma instituição que considero ser irreformavel e fortemente egocêntrica. Ha muito que deixei de a ver, embora reconheça se deva abrir excepção para a qualidade única da RTP2. O slogan "serviço publico" sempre me irritou.

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  5. Eles não conhecem a diferença entre "independentes" e " in dependentes".

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