quarta-feira, 20 de setembro de 2017

"Excuse me?!"

Fui hoje almoçar ao Penha Longa Hotel, entre Cascais e Sintra. Estacionei o carro no parque e dirigi-me ao edifício principal. À porta, devidamente fardado, estava um funcionário, um rapaz de cerca de vinte anos. Perguntei-lhe: "Pode dizer-me onde é o restaurante, por favor!". A resposta, numa pronúncia "arranhada" deixou-me siderado: "Não falo português"! 

Mirei o tipo com um olhar translúcido, de furibundo que fiquei, virei-lhe as costas, já a caminho do balcão, onde uma senhora gentil me deu a indicação pretendida. Nem lhe referi o facto, porque estava com pressa.

Fiquei portanto saber que, no meu país, há pelo menos um hotel que contrata pessoal estrangeiro que, não apenas não fala português, como, pelos vistos, tem carta de alforria para o dizer alto e bom som.

Uma coisa é haver algum pessoal estrangeiro contratado que ainda não fala bem o português, mas que faz um esforço para falar. Outra coisa é ter alguém numa portaria de um hotel a dizê-lo ostensivamente, como se isso não estivesse sequer nos seus objetivos e obrigações profissionais. Acho isto verdadeiramente escandaloso!

Em tempo: falam-me da hipótese de se tratar de um estagiário. Nesse caso, não deveria estar na portaria

30 comentários:

Helena Sacadura Cabral disse...

Meu amigo sucede aos melhores.
Há pouco tempo fui ao Chiado e parei na Brasileira para tomar um café ao balcão. Pedi uma, pedi duas, pedi três. À quarta dei um berro e pedi" um coffee please". O café voou para as minhas mãos. Não posso aqui escrever o que disse ao rapaz quando lhe paguei. Mas que ele nem teve tempo para responder foi um facto. Cá fora deu-me um ataque de riso pela expressão que usei. Mas senti-me vingada. Não a disse em inglês, porque em português soa melhor!

diogo disse...

a malta só vai a sítos chiques e nesses sítios português não costuma entrar .
tanta admiração , se fossem pobres não tinham que passar por isso .
estou a brincar mas a falar a sério , ahahahah

Anónimo disse...

É pena não pedirem o livro de reclamações. Dão sempre uma de ofendidos finos e é pena porque essas coisas devem de ficar registadas.

De qualquer forma, ainda bem que as pessoas que aqui se queixam disto são de esquerda. Se fossem de direita, já estavam a ser chamadas de racistas e xenófobas (fascista é "por defeito").

Anónimo disse...

Aconteceu-me o mesmo no mesmo sítio e fiquei igualmente muito irritado. Disseram-me depois que o hotel pertence a uma empresa estrangeira que faz intercâmbio de estagiários entre os diversos hotéis da cadeia em diversos países, incluindo também os estagiários portugueses
Fernando Neves

Francisco Seixas da Costa disse...

O Anónimo das 22.27 talvez devesse saber que o livro de reclamações pressupõe a existência de um serviço. Quanto aos racistas de direita, percebe-se o incómodo recente lá por Loures

Joaquim de Freitas disse...

Já há muito que deixei de ir passar férias ao Algarve. Por essa razão, com uma “nuance”: Desde que entro saúdam-me com um “Good Morning Sir”, que me enfurece. O facto da minha estatura, o olho azul, faz-me passar por “um” que não quero ser…e não sou! Existe um certo servilismo em Portugal, em relação aos anglo-saxões , que diz muito sobre a nossa classificação na cauda da Europa…O que me entristece.

Anónimo disse...

Aqui no Douro, num spa em Mesão frio, fizeram o "check in" e sentaram-se na esplanada.
logo de seguida assistem a receções a grupos ou pares e dirigidos pela rececionista a mesas com "drinks" e acepipes.
Sim, também podem ir lá, sirvam-se à vontade, respondeu a mesma rececionista quando questionada.
Claro que no dia seguinte disseram à rececionista que queriam a "continha" da estadia!

Luís Lavoura disse...

O Francisco, por ser uma pessoa idosa, tem estes tiques conservadores. Não entende e não se integra na nova economia, no novo mundo.
Vivemos numa economia diversa e mundializada. A Penha Longa fica no território português, mas pertence a um grupo estrangeiro e destina-se essencialmente a servir estrangeiros. As pessoas que lá vão são supostas falar numa língua internacional, provavelmente inglês. Da mesma forma que, se o Francisco fôr a um restaurante bengali ali na Rua do Benformoso e falar em português, não o entendem - esses restaurantes destinam-se a servir os bengalis imigrados em Portugal e as pessoas que lá trabalham arranham o português mal e porcamente.
Francisco, tente adaptar-se ao novo mundo, compreendê-lo e aceitá-lo, em vez de ter estas reações conservadoras e antiquadas. Se não gosta do serviço da Penha Longa, não vá lá (tal como também não vai aos restaurantes bengalis da Rua do Benformoso). Ninguém o obriga. Mas não proteste contra aquilo, porque é ridículo.

Anónimo disse...

Eh pá, o Freitas, se lhe falarem em Inglês, acha logo que é servilismo pró-anglossaxónico!

É que, se o turista for sueco (e de olho azul, também), o gajo da loja já não fala em inglês, pois não?

Isto é ridículo!

Anónimo disse...

O embaixador picou-se com o comentário sobre os racistas. Mas picou-se sem razão. Se alguém vai a um café no centro de Lisboa e apenas consegue ser atendido expressando-se em inglês - SIM! - há um serviço, é mau e as pessoas devem reclamar por escrito! E, no seu caso, também.

Quanto ao comentário sobre Loures, é uma tontice de quem não tem fair-play para aceitar a verdade: há dois pesos e duas medidas para este tipo de assuntos!

Anónimo disse...

A história do Joaquim de Freitas deixa-me espantado:
1) por ele não ser confundido com um belo russo de olhos claros
2) por ele ir para o Algarve e não levar os seus óculos escuros

Anónimo disse...

Senhor Embaixador

Confesso que situações como a que enfrentou também não me agradam nada.

A única coisa que posso dizer em favor do Hotel é que efectivamente têm um grande número de estagiários estrangeiros que apenas ficam por lá alguns meses e depois regressam aos seus países ou a escolas internacionais.

Deveriam ter contudo conhecimentos básicos de português, para poderem prestar um bom serviço.

Anónimo disse...

Lá está, alguém a chamar-lhe "conservador"! Porque os liberais (os de esquerda), não se preocupam com estas coisas. Estes defeitos fascizantes, antiquados... são de malta de direita.
Já me deram razão!

Anónimo disse...

Esse Lavoura que aparece às vezes por este blog e que o Senhor Embaixador autoriza estranhamente a dizer aleivosias será só fascista ou também é parvo? Ele que escolha

Anónimo disse...

Curioso. O Lavoura acusa o embaixador de "conservadorismo", logo... é fascista!
Lá está, deram-me novamente razão.

Luís Lavoura disse...

Eu pergunto-me a mim mesmo em que raio de Lisboa vive o Francisco. É que em Lisboa há montes de lojas chineses em que se é atendido por pessoas que mal arranham o português (as quais nalguns casos chamam outras pessoas, tipicamente brasileiros, para falar com o cliente, mas noutros casos essas outras pessoas não existem). Além de haver lojas chinesas há lojas de nepaleses (mercearias), de bengalis (talhos, supermercados, restaurantes), de indianos (roupa, mercearias), e de montes de outras pessoas. Em montes dessas lojas (que incluem também lojas de telemóveis, reparação de computadores, snack-bars, restaurantes, etc) é-se frequentemente atendido por pessoas que falam um português deficiente ou nulo.

Porque é que o Francisco se choca tanto, então, com mais um estabelecimento, neste caso um hotel, onde é atendido por quem não fala português? Que raio tem isso de excecional ou chocante?

Joaquim de Freitas disse...

Anonimo das 10;43


Se ainda sabe ler Português, leia o comentário da Senhora D. Helena Sacadura Cabral. Está lá tudo dito. E sabe que em Portugal, por vezes, dá vontade de proceder desta maneira! O serviço é mais rápido e correcto se fala em Inglês. O que é isto senão servilismo?

Jà foi à Inglaterra? Receberam-no na recepção com um jovial "Bom Dia"? Mas na verdade , desde o dia em que o rei de Portugal ofereceu a jóia das colónias portuguesas na Índia, a cidade de Bombaim, mais uns milhares de livras, à Inglaterra, como dote de casamento da filha, os Portugueses deram uma imagem de servilismo que nunca foi desmentido.
Quando o exemplo vem de cima …


Se o anónimo é Português, devia reler a historia do Mapa Cor-de-Rosa e do Ultimato britânico de 1890, que foi a acção mais escandalosa e infame da Grã-Bretanha contra o seu antigo aliado.

Se ainda sabe cantar o Hino Nacional; saiba que a letra da “ A Portuguesa” foi inspirada por esta humilhação dos seus amigos anglo-saxónicos…

Joaquim de Freitas disse...

O Senhor Luís Lavoura tem uma grande abertura de espírito, está “no vento” em muitas coisas.

Recordo o que escreveu há cinco anos noutro blogue (Ladrao de bicicletas), sobre a emigração dum enfermeiro !

Acompanho-o desde esse dia, porque me dá uma ideia da evolução duma certa “sensibilidade” politica em Portugal.

A frase aqui em baixo “Que obrigação tem Portugal de dar trabalho a quem cá queira trabalhar?” acendeu um sinal de alarme. Afinal, Passos Coelho inspirou-se neste discurso…

A seguinte não é nada mal, também: “? Que obrigação têm empresas portuguesas de pagar por trabalho de que não necessitam (ou que não têm dinheiro para pagar)?” porque em rigor, quer dizer: porque é que os patrões pagam os assalariados?

Enfim, quando escreve no ponto 2): - “Não há quaisquer dados que sustentem a ideia de que a emigração, mesmo de pessoas qualificadas, faz definhar a economia de um país.”, diz tudo.

Que em Portugal, um dia, fiquem só os idosos, e os trabalhadores não qualificados, será benéfico para Portugal. E que Portugal pague as despesas da sua educaçao e que sejam os paises estrangeiros que "encaixam" os beneficios, nao tem importância...

Mas se não falarem inglês, não poderão ir comer no restaurante bengali….nem no restaurante “chique”



Luís Lavoura disse...
(1) O enfermeiro pretendia continuar em Portugal mas, lamentavelmente, não há cá quem lhe pague pelo seu trabalho (e note-se que em Portugal há muitos serviços de enfermagem, não só públicos mas também privados). Portanto emigrou. Qual o mal disso? Que obrigação tem Portugal de dar trabalho a quem cá queira trabalhar? Que obrigação têm empresas portuguesas de pagar por trabalho de que não necessitam (ou que não têm dinheio para pagar)?

2) Durante decénios milhões de portugueses emigraram. O país definhou por causa disso? Não. Na década de 1960, a de maior emigração, a economia portuguesa crescia de forma explosiva. Não há quaisquer dados que sustentem a ideia de que a emigração, mesmo de pessoas qualificadas, faz definhar a economia de um país. Pelo contrário,

Reaça disse...

Qualuer futebolista urugaio ou paraguaio ou argentino que ao terceiro dia em Portugal à bola chamasse pelota , ao quarto dia devia ser resindido o contrato por justa causa!

Luis Filipe Gomes disse...

Começou tudo lá atrás com uns tipos que cortaram teixos para com eles fazerem arcos e flechas cujas pontas metálicas envenenavam com os sucos das folhas. Os tipos eram bons nessa coisa de disparar uma flecha por segundo. Acho que como agradecimento ainda hoje tentamos compreendê-los e agradar-lhes. Fizemos até um vinho que se tornou famoso para seu consumo e ao seu gosto a troco de uns trapos. Enfim, quando for para falar mandarim será mais difícil.

Anónimo disse...

@Luís Lavoura

Boa Lavoura ... Que tal este slogan?
Sinta-se um estrangeiro no seu proprio pais. Se nao quiser... tranque-se em casa...
ahhh e desligue a tv e o radio. La vai o tempo em que o que e nacional e bom, agora o que e mundial e que e bom... pelo menos ate aparecerem os extraterrestres

Anónimo disse...

Faço uma pergunta a todos:

Um estrangeiro que consiga ler em português mas não escreva em português facilmente pode fazer um comentário em inglês ou francês aqui?

Ainda me lembro dos "placards" em locais turistícos onde se podia ler "On parle français","We speak English". Um dia resolvi e entrei num local desses já não me lembro se a falar inglês ou francês para ver o que acontecia. Os empregados fugiam de mim como de uma cruz e a certa altura tive de mudar para português para ser atendido.
Wow foi há quase 50 anos. O que isto mudou... estamos a ficar internacionais ou já quase europeus de gema.
Há três anos aconteceu-me uma boa em Bruxelas:
De sobretudo cinzento aproximei-me de um carro da polícia belga para perguntar a direcção certa para um edíficio oficial belga naquela area. Falei em francês que é uma das línguas oficiais belgas e o polícia responde-me em flamengo. Informo-o em francês que não compreendia aquela lingua,ele então responde-me em inglês à minha primeira pergunta. Agradeci-lhe em francês e segui caminho. Eles e eu falámos as linguas que quisemos para resolver a questão menos eles por eu não saber flamengo.

Anónimo disse...

PAREM TUDO!!! O Freitas não gosta de "anglossaxónicos" por causa do "mapa cor de rosa"?

Então, mas o dito mapa não era uma das expressões máximas do colonialismo português, da
exploração dos povos africanos pela canalha reacionária aqui do retângulo? Se os "anglossaxónicos" (ele usa este termo para poder dizer que os EUA também foram culpados), nos ficaram com aquelas terras, isso só foi bom para nós, impedindo-nos de sujar as nossa mãos ainda mais coma a exploração dos nossos irmãos africanos. Thank you, good old Britain!

A menos que o Freitas, de vez em quando, tenha uma nostalgia do Império...

Luís Lavoura disse...

Joaquim de Freitas, qual é a sua dúvida? Eu desdo há muito que defendo que as migrações são positivas para todos - são positivas para o país de onde os migrantes partem, são positivas para o país para onde os migrantes migram, e são positivas para os próprios migrantes. (Há exceções pontuais, claro, que mais não fazem que confirmar a regra.) Portanto, se bangladechis emigram para Portugal e, simultâneamente, portugueses emigram para França, isso é bom para o Bangladeche, para Portugal, para a França, e para os migrantes.
Conheço alguns portugueses que emigraram agora durante os anos da crise e acho que fizeram muito bem e que o facto de terem emigrado foi bom para eles e bom para Portugal. Tal como conheço diversas pessoas que imigraram para Portugal e acho que isso foi bom para elas e bom para Portugal.

Joaquim de Freitas disse...

Não, não, o anónimo das 19:18 não compreendeu que o que critiquei foi que o mais antigo aliado de Portugal, lhe enterrasse um punhal nas costas, por pretender ter uma continuidade Sul Norte, nos seus territórios africanos, do Cabo da Boa Esperança ao Cairo, enquanto que a viagem de Serpa Pinto, de Lourenço Marques a Angola tinha o mesmo objectivo, mas do Leste ao Oeste.

Dito isto, sou e fui contra todos os colonialismos.

O que critico é a falsidade dos Ingleses em todas as circunstâncias com Portugal e com os Portugueses. Mais uma vez, leia a história do general Gomes Freire de Andrade, enforcado com outros Portugueses em S. Julião da Barra, por Beresford, um verdadeiro ditador.

Joaquim de Freitas disse...

Desculpe Senhor Lavoura, mas se os milhares de emigrantes que afluem a Berlim para escapar às politicas de austeridade dos seus países (impostas aliás por Berlim !), constitui um bom negócio para a Alemanha, em procura de mão-de-obra para compensar o envelhecimento da sua sociedade, tanto mais que esta nova vaga é mais bem formada e mais jovem que a precedente, como declarou a ministra do Trabalho, Úrsula von der Leyen.

Não devemos esquecer que isto faz recuar mecanicamente as “chances” dos países do sul da Europa, viveiros de emigrantes, de encontrar uma porta de saída para o seu baixo desenvolvimento.

O futuro de Portugal não está na emigração. Senão, como preservar a perenidade da Pátria quando os seus filhos se encontram maioritariamente noutros países onde, eventualmente adquirem outra nacionalidade?

Sem esquecer ainda o facto que na emigração há muitas desilusões, particularmente quando se é obrigado a trabalhar em níveis de emprego largamente abaixo das formações recebidas.

Não existe nada de mais triste para um cidadão que de dever levar ao estrangeiro a mais valia duma educação recebida e paga pela Pátria.

E que confissão de falência para uma Nação de dever incitar os seus filhos a partir, porque não tem a capacidade nem politicas para os guardar e fazer evoluir.

Sei que não vai estar de acordo, Senhor Lavoura, mas a imigração também é, frequentemente, a variável de ajustamento dos salários nos nossos países desenvolvidos, onde empresários desonestos exploram os pobres desgraçados que cá chegam e que devem aceitar as condições que lhes impõem. Ora isso participa ao baixo nível do desenvolvimento da Nação. Esta gente são os hilotas do Império Romano. E quando se acrescenta miséria importada à existente nao hà progresso.

Joaquim de Freitas disse...

Desculpe Senhor Lavoura, mas se os milhares de emigrantes que afluem a Berlim para escapar às politicas de austeridade dos seus países (impostas aliás por Berlim !), constitui um bom negócio para a Alemanha, em procura de mão-de-obra para compensar o envelhecimento da sua sociedade, tanto mais que esta nova vaga é mais bem formada e mais jovem que a precedente, como declarou a ministra do Trabalho, Úrsula von der Leyen.

Não devemos esquecer que isto faz recuar mecanicamente as “chances” dos países do sul da Europa, viveiros de emigrantes, de encontrar uma porta de saída para o seu o seu desenvolvimento.

O futuro de Portugal não está na emigração. Senão, como preservar a perenidade da Pátria quando os seus filhos se encontram maioritariamente noutros países onde, eventualmente adquirem a nacionalidade?

Sem esquecer ainda o facto que na emigração há muitas desilusões, particularmente quando se é obrigado a trabalhar em níveis de emprego largamente abaixo das formações recebidas.

Não existe nada de mais triste para um cidadão de dever levar ao estrangeiro a mais valia duma educação recebida e paga pela Pátria.

E que confissão de falência para uma Nação de dever incitar os seus filhos a partir, porque não tem a capacidade para os guardar e fazer evoluir.

Sei que não vai estar de acordo, Senhor Lavoura, mas a imigração também é, frequentemente, a variável de ajustamento dos salários nos nossos países desenvolvidos, onde empresários desonestos exploram os pobres desgraçados que cá chegam e que devem aceitar as condições que lhes impõem. Ora isso participa ao baixo nível do desenvolvimento da Nação. Esta gente são os hilotas do Império Romano.
E quando se acrescenta miséria à miséria existente, não existe progresso.

Joaquim de Freitas disse...

Apresento-lhe as minhas desculpas, Senhor Embaixador, pela duplicação do meu comentário acima.Problema de sesta prolongada...

Anónimo disse...

@Luís Lavoura

Luis... siga as suas proprias recomendacoes... emigre para outras bandas ... sera bom para si e maravilhoso para nos

Francisco de Sousa Rodrigues disse...

O grande arauto do "vanguardismo" económico deve pensar que estamos nos 1960s para vir chamar idoso a uma pessoa com 69 anos em plena atividade e na posse do mais elevado discernimento emocional e intelectual.
Valha-nos Melanie Klein..