A ERC decidiu não se pronunciar sobre a minha indigitação para um lugar (não remunerado) no Conselho Geral Independente da RTP, embora deixando algumas notas muito simpáticas sobre a minha adequação às funções.
Convirá deixar claro que a objeção da ERC se prende exclusivamente com a minha recusa em deixar de colaborar em órgãos de imprensa, limitação que não aceito. Aconselho a leitura do comentário do presidente da ERC para melhor se entender isto.
É totalmente falso que a ERC considere haver a menor incompatibilidade com a minha colaboração com empresas privadas, como alguns ainda tentam insinuar. A ERC desconsiderou assim, em absoluto, o argumentário dos subscritores de uma carta que por aí andou.
Repito: para ter o parecer positivo da ERC bastar-me-ia prescindir de colaborar na imprensa. Mas eu não prescindo. Agora e no futuro. Apenas isso!