É claro que seria muito melhor obtê-las, mas fico bastante satisfeito pelo facto do país mais pobre da Europa ocidental, que hoje faz um investimento mínimo no desporto de alta competição (tirando o futebol, porque aí mete "massa da grossa"), consiga, apesar de tudo, ter alguns atletas que se qualificam nos dez primeiros do mundo.
E fico orgulhoso por muito desse Portugal ser das cores da diversidade (não apenas étnica, mas também social) de que hoje, cada vez mais, é feito este meu país.