quarta-feira, agosto 24, 2016

Cabeçudo


Pediram-me que crismasse um "cabeçudo" da Senhora da Agonia, na minha qualidade, em 2016, de presidente honorário das Festas.

Não tive a menor hesitação: para o futuro, este "cabeçudo" que figura na imagem passará a chamar-se Ignatz. 

Porquê? Sei lá!

Ignatz pareceu-me um bom nome, não acham?

22 comentários:

  1. Anónimo16:14

    O cabeçudo merecia melhor sorte!

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  2. ignatz16:21

    se fosse um rato ainda se percebia, assim deve ser daquelas obsessões que o segismundo explicava. de qualquer forma grato pela atenção.

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  3. Anónimo18:57

    É bonito, mas corre-se o risco de o estragar com mimos.

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  4. Anónimo20:27

    Absolutamente!
    Já o tinha dito lá para trás.

    E não é que a cara deste cabeçudo vai bem com o nome? Ele há coisas..

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  5. Correia da Silva22:19

    Justíssima "homenagem" !!!


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  6. Anónimo22:41

    não sei, mas acho que já vi esse nome em algum lugar, numa língua pouco conhecida, esse vocábulo significa mala sem alça e dia de chuva.

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  7. Anónimo00:00

    hahahahahahahahahhahahahhahahahahhahahahahhhaha

    ai ai

    @Anónimo de 24 de agosto de 2016 às 18:57
    "É bonito, mas corre-se o risco de o estragar com mimos."

    Estragar com mimos, quem ??? O Ingatz ou o cabeçudo ?

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  8. Lembra Ignatz Semmelweiss, o grande médico húngaro, que descobriu o poder contaminante das bactérias.

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  9. Como o Sr Embaixador é do Sporting, e também para evitar "estrangeirismos" podia, antes, ter-lhe chamado Inácio... :)

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  10. Reaça15:39

    O ignatz é original, sem papas na língua e assertivo.
    Em outras bandas é bastante socrático, mas ninguém é perfeito.
    O cabeçudo não, é perfeito e não é anónimo, como a maioria que para aqui vamos.

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  11. Anónimo16:56

    Aproxima~se a Páscoa e há que pensar no folar...

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  12. Anónimo18:23

    Sem dúvida um dos mais inspirados posts dos últimos anos, com comentários a condizer. Afinal qualquer cabeçudo merece um nome, nem que seja Ignatz.
    Um abraço
    Guilherme S.

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  13. Anónimo20:28

    Reaça, devia aprender o que quer dizer assertivo. Não vale copiar o modo como os jornalistas usam a palavra.

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  14. Anónimo21:18

    O Ignatz é original, sem papas na língua e assertivo ??
    Se não ter papas na língua é insultar os outros a torto e a direito, se ser assertivo é dizer uma data de disparates embrulhados numa roupagem semântica que visa apenas confundir quem os lê, então o Ignatz é original.

    Lá na minha terra chamamos malcriado.

    Agora porque é que ele tem necessidade de o fazer em público a coberto de um nome falso, suspeito que o tal de Segismundo que ele invocou acima explicaria.

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  15. ignatz12:02

    "Se não ter papas na língua é insultar os outros a torto e a direito, se ser assertivo é dizer uma data de disparates embrulhados numa roupagem semântica que visa apenas confundir quem os lê, então o Ignatz é original."

    quando não há argumentos, há que vitimizar: a crítica passa a insulto ou falta de educação do "anónimo". deixe-se de graçolas foleiras como este poste e defenda as suas opiniões com o orgulho de quem as profere, sem embrulhos semânticos ou a habitual censura de mau perdedor.
    estatística: 14 comentários - 8 deles, todos em defesa absurda do autor, são assinados pelo toucinho anónimo. será que aderiu à moda anónimo para comentar os seus próprios postes?

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  16. O Ignatz, em lugar de me ter ficado reconhecido porque consagrei eternamente o seu nome na maior romaria do país - quem olhar para aquele cabeçudo lembrar-se-á eternamente no anónimo bilioso que espalha acrimónia pelas caixas de comentários dos blogues da paróquia - ficou abespinhado e raivoso. E, logo ele que é um conhecidp modelo de transparência, que esconde a acidez dos adjetivos pir detrás do cognome, vem dizer que, afinal, sou eu próprio quem escreve sob anonimato, quais heterónimos do poeta, os comentários que o contestam. Devia ter ido mais longe, se tivesse coragem: sugerir que, afinal, o Ignatz sou eu próprio, é uma figura contraditória inventada por mim, para animar as hostes e os debates. É isso! O Ignatz não existe! É um fantasma, um halograma, desenhado a bilis e acidez. E se le dá para acabar com ele? Vou pensar nisso. Ele há cada um...

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  17. ignatz13:35

    . 1 - já tinha manifestado a minha gratidão pelo poste (2º. comentário desta caixa). caso haja lugar a algum paganento para cobrir despesas é favor enviar justificativos e informar o nib.

    . 2 - tamém tomei nota que é seguidor dos meus comentários nos blogues da paróquia, o que é estranho para quem não gosta de anónimos malcriados, mas percebe-se a cusquice.

    . 3 - não escrevi que o senhor embaixador escrevesse sob anonimato, fiz uma pergunta e o senhor respondeu com a vitimização habitual e mais uns absurdos semânticos.

    . 4 - cadê os habituais indefectíveis que habitualmente batem palmas a tudo que sexa escreve? será que a claque anti-anónimo virou anónima?

    . 5 - a presidência da convenção de viena do castelo não dá imunidade de expressão, só foguetório & bumbalhada.

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  18. Boa tarde,

    Em termos de lógica de contra-poder e de check and balances parece-me que o papel do Ignatz é essencial para o bom funcionamento deste blog.
    Se muitas das vezes falha redondamente, outras toca em pontos que fazem doer e mexem com muitas consciências, inclusive a minha, reconheço.

    Cumprimentos,

    Francisco

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  19. Anónimo00:17

    Dr. Seixas da Costa, não percebo por que dá importância a esse ignas. Será só por pertencer àquela esquerdalha que nunca fez nada na vida? Só por isso?...Tenha paciência! É inacreditável!

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  20. Anónimo13:39

    ó Ignatz, não é preciso seguir os seus comentários noutros bloigues. Basta seguir sim um determinado conjunto de blogues onde V.Exa, comenta e ler as caixas de comentários. Se V.Exa anda por lá é natural que se comece a fazer um sentido seu, num é?

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  21. ignatz15:07

    "... não é preciso seguir... basta seguir..."

    eheheh... o anónimo deve trabalhar de teleponto nos discursos do passos.

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  22. Anónimo17:28

    Ignatz, Estava a escrever para si. A repetição torna-se desejável. De qualquer modo, como não é a si que se tem de seguir, mas sim aos blogues que empesta, se calhar as repetições tornam-se inevitáveis e em nada condenam o português.

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