segunda-feira, julho 29, 2013

União nacional

Vi por aí algumas vozes de esquerda indignadas com o apelo feito pelo primeiro-ministro para uma "união nacional", esquecendo a conotação fascistóide da expressão com o partido único salazarento. A verdade é que o tempo vilarealense do dr. Passos Coelho o poupou à "União Nacional" do sr. Grilo e às delícias jornalístas da sua "Ordem Nova".
 
A mim, confesso, espanta-me bastante mais que a direita não se tenha crispado pelo facto do chefe do governo ter ousado ecoar o apelo de Luíz Carlos Prestes, o lendário chefe dos comunistas brasileiros.

O barítono plenipotenciário

Entrou no Kämp com ar afogueado. Pareceu surpreendido quando o porteiro lhe pediu para deixar a parka no vestiário, antes de aceder ao bar d...