terça-feira, julho 23, 2013

Comentários

Alguns amigos têm-me falado da dificuldade ao colocarem comentários no blogue, falando de um "percurso" complicado, com diversas exigências, em que por vezes se "perdem". 

Eu sou um "nabo" nestas questões informáticas mas julgo poder informar que a maneira mais simples para alguém colocar um comentário é escolher a opção "anónimo" (eventualmente, escolhendo essa opção no quadro "Comentar como"), escrevendo ou não o seu nome no termo do texto, e carregando depois em "Publicar o seu comentário". 

O texto será publicado depois de visualizado pelo proprietário do blogue. Este reserva-se naturalmente o direito de recusar comentários cujo conteúdo possa ser considerado ofensivo (quase sempre mais para terceiros do que para o autor do blogue, como já devem ter percebido) ou que passe pela utilização de um léxico menos próprio. 

15 comentários:

  1. Anónimo17:20

    Mesmo não sendo politizado, nunca tive dificulades, até agora, em "postar" um comentário.

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  2. Há pessoas, sobretudo duma certa geração, que têm uma aversão irracional aos computadores mesmo quando os utilizam numa base regular. Logo que saem fora da sua zona de conforto, como seja o de deixar um simples comentário num blogue, ficam apavoradas. Dir-se-ia que receiam de se enganar, que percam documentos preciosos, ou que, no limite, o computador se avarie. Pergunto-me se no início do telefone, os primeiros utilizadores não sofriam da mesma síndrome, não obstante a simplicidade do aparelho. E dizer que os meus netos, na pré-maternal, tratam os tablets por tu!

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  3. Anónimo20:42

    É o que tenho feito mas a minha mulher goza comigo: "então dizes que és anónimo e assinas?"
    Pois assino. Mas achas que vou perder a anonimidade ?
    José Barros.

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  4. Sendo um leitor diário (às vezes bi-diário), sou um comentador esporádico que nunca teve dificuldade em enviar os comentários.

    Dificuldades teve o autor do blogue que, uma vez ou outra, teve que usar o "lápis azul". Justificadamente, de resto, dada a sua posição institucional.

    Actualmente parece-me que alargou mais a malha, usando um critério menos exigente. Ou será impressão minha?

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  5. Anónimo22:32

    Sr Emb. Francisco Seixas da Costa.
    A sua chamada de atenção para os comentários no seu blog. Gostemos muito com a sua visita aos Pinto's Cabeleireiros Apolo 70, que nos honra a sua visita para cortar o cabelo, mas também para me explicar como devia comentar seu blog, espero ter aprendido o funcionamento, e lhe enviamos da parte de toda a equipa um grande abraço.

    Joaquim Pinto

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  6. Anónimo22:45

    Mas há por aí umas "tias" que ficam todas escandalizadas quando alguém comenta como "anónimo"!...

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  7. Anónimo22:51

    Vou tentar fazer como diz. Logo se verá o resultado.

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  8. Assumir-se como nabo é tão tão inclusivo ... Que os nabos genuínos sentem-se aliviados e reconhecidos pela partilha, os que de modo algum querem ser, inflacionam a auto-estima...

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  9. Caros Anónimos: com este meu post, eu não quis estimular o anonimato, mas apenas explicar que a opção informática "Anónimo" é uma "fast lane" para comentar. Mas eu, naturalmente, prefiro os comentários assinados àqueles que o não são. Mas também não sou "fundamentalista"...

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  10. Caro Carlos Fonseca: como diria Bob Dylan, "the times they are a-changin". E eu vou com eles...

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  11. Caro Amigo Joaquim Pinto: quem não conhece o Pinto's Cabeleireiros, no Apolo 70, em Lisboa, desconhece que aí se situa uma das mais profissionais e simpáticas equipas, uma verdadeira elite do ramo. É claro que eu sou mais do que suspeito, porque além de cliente da casa há mais de 40 anos (dou voltas à cabeça para saber quem me recomendou o seu saudoso colaborador Cardoso, no início dos anos 80), sou hoje um grande amigo de toda a gente que aí trabalha.

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  12. Aqui tanto tropeçamos em pérolas como em poias; curiosamente, é uma mais-valia.
    O vulgo exibe com crueza a essência lusa: nunca fomos aristocratas e a moderada fidalguia é recente e escassa. É uma regalia (e um regalo!) pertencer-lhe.
    O nobre conceito da honra e da defesa desta, por exemplo, escapa aos simples ou, se lhes lampeja, é sob a forma de uma enxada ao invés de uma espada.
    Diferenças substanciais, senhores, abissais, até.
    Uma grossa chapa sob o sol a despenhar-se sobre um bruto não tem comparação com o ludo que antecede o cruzamento de lâminas fulgentes no estertor lunar, orvalhado que vai o campo, enquanto o sangue se não derrama.
    Outros tempos, dirão. Valentes homens, mulheres brilhantes, obras imortais!
    Sobretudo, palavras, nomes e consequências. Probidade, senhores, pundonor!
    Atirar a pedra e esconder a mão é coisa de primatas.
    E a selva é além.

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  13. Anónimo12:06

    Dei comigo a questionar qual é o universo preponderante dos comentadores deste blogue?
    A identidade não tem qualquer interesse em face do temperamento, gostos pessoais e inclinações políticas.
    O meu palpite, na parte que consigo vislumbrar, é que estamos perante, aristocratas quanto aos gostos pessoais, republicanos de esquerda quanto aos costumes e republicanos de direita quanto à economia. Sim…, tudo junto…

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  14. Anónimo16:05

    Ao anónimo das 12.06
    Isso de aristocratas.... não se criam do dia para a noite, nem com revoluções. É ainda mais complicado e demorado do que um vinho de excelência. Cautela portanto.

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  15. Muito bem dito, Margarida! Infelizmente duvido que as almas sensiveis a quem o seu comentario é dirigido alcancem o seu significado.
    Salut solidaire, chère amie!

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