Senhor Embaixador Pudera eu saber dizer-lhe quanto sinto, hoje, este seu post. Morrer em Salamina... morrer em Portugal, mesmo que da antiga perdida grandeza não reste mais do que desordem e ruína.
Pois é..... o local da morte. Mais importante ainda serão os locais e oportunidades que ao longo da vida podemos ter para tudo recomeçar, sem olhar para trás, mas.... eu não sei
Quando eu um dia decisivamente voltar a face daquelas coisas que só de perfil contemplei quem procurará nelas as linhas do teu rosto? Quem dará o teu nome a todas as ruas que encontrar no coração e na cidade? Quem te porá como fruto nas árvores ou como paisagem no brilho de olhos lavados nas quatro estações? Quando toda a alegria for clandestina alguém te dobrará em cada esquina?
Poesia, Pertinente...
ResponderEliminarE bonita.
Muito gostava de "Morrer em Salamina (ou em Lisboa) pelo sol pela luz pela beleza"
ResponderEliminarLindo!
O Embaixador quis dizer Grécia?
ResponderEliminarSó,
ResponderEliminarnão quero, morrer
em vida...
Vitória então como agora ...
ResponderEliminarHá políticos portugueses que de vitória em vitória se arriscam, como Pirro, a proclamarem ... "mais uma destas e estou perdido".
Nuno 371111
será sem duvida um lugar muito belo essa salamina, acreditemos no poeta.
ResponderEliminarSenhor Embaixador
ResponderEliminarPudera eu saber dizer-lhe quanto sinto, hoje, este seu post.
Morrer em Salamina... morrer em Portugal, mesmo que da antiga perdida grandeza não reste mais do que desordem e ruína.
Genial... vou copiar...
ResponderEliminarPois é..... o local da morte.
ResponderEliminarMais importante ainda serão os locais e oportunidades que ao longo da vida podemos ter para tudo recomeçar, sem olhar para trás, mas.... eu não sei
Quanto Morre um Homem
ResponderEliminarQuando eu um dia decisivamente voltar a face
daquelas coisas que só de perfil contemplei
quem procurará nelas as linhas do teu rosto?
Quem dará o teu nome a todas as ruas
que encontrar no coração e na cidade?
Quem te porá como fruto nas árvores ou como paisagem
no brilho de olhos lavados nas quatro estações?
Quando toda a alegria for clandestina
alguém te dobrará em cada esquina?
Ruy Belo, in "Aquele Grande Rio Eufrates"