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sábado, outubro 24, 2009

Aristides Sousa Mendes

Chamam-se Academias do Bacalhau e reunem, em torno de refeições cuja base gastronómica é óbvia, cidadãos das comunidades portuguesas no exterior. Começaram há mais de 40 anos na África do Sul, são hoje mais de meia centena em cinco continentes e têm como objectivo fomentar o convívio entre os associados, sublinhar os valores da cultura portuguesa e levar a cabo acções de solidariedade.

Na presença de descendentes, a figura de Aristides Sousa Mendes - o cônsul perseguido pelo regime salazarista, por ter decidido conceder vistos a refugiados estrangeiros - foi ontem homenageada numa sessão da Academia de Bacalhau de Paris, a que estive presente, em Drancy, no arredores de Paris.

O local não foi casual: em Drancy existiu, durante a Segunda Guerra Mundial, um campo onde as forças de ocupação alemã concentravam pessoas que eram posteriormente deportadas para campos de concentração.

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