segunda-feira, outubro 26, 2009

Iraque

Mais de 155 mortos e largas centenas de feridos, na sequência de atentados em Bagdad, no Iraque, no domingo, dão bem a medida da tragédia que continua a marcar o quotidiano deste país.

Desde a invasão, em 2003, o número de mortos por causas violentas é muito discutido, mas em nenhuma das estimativas é inferior a 100 mil mortos. Vários estudos chegam a multiplicar este número por quatro ou mais.

Estas são as verdadeiras "armas de destruição maciça". Afinal, encontraram-nas.

2 comentários:

  1. José Barros08:37

    Contrariamente ao Tamiflu que acabou por ser vendido senão com a gripe aviária está a sê-lo com a porcina (e na qual venda o Sr. Griprumsfeld também está envolvido nos lucros) com o Iraque as coisas complicaram-se e as empresas que estavam a negociar a reconstrução das pontes sobre o Tigre e os prédios, entre outros negócios, que as bombas de precisão “cirúrgica” destruiriam sem grandes efeitos colaterais, em meia dúzia de dias, afinal não vêm o sossego necessário para começarem os trabalhos!
    Onde estarão os responsáveis por este desastre? Decerto não há responsáveis.

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  2. Se eu não soubesse que os EUA não são ingénuos, diria que eles ainda não se haviam olhado ao espelho. Infelizmente, sabem muito bem o que estão a fazer.

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