terça-feira, 26 de janeiro de 2016

"Gender balance"


É dos meus olhos ou começa a haver, no seio das lideranças do Bloco de Esquerda, um princípio de falta de respeito pelo "gender balance"?

18 comentários:

jj.amarante disse...

Devem estar a tentar compensar o Corpo Diplomático.

José Martins disse...

Senhor Embaixador,
E fugir delas que o diabo são elas!!!!
Seguem de vento em poppa!!1
Saudaões de Banguecoque

Reaça disse...

Se o PCP tem a cgtp, correia de transmissão, estas raparigas do Bloco têm a Liga.

E esta "correia" tem os rolamentos bem lubrificados e bem posicionados: televisão, jornais, rádio, parlamento e muito tempo livre.

O mundo luso mudou.

Dalma disse...

Pois, muitos foram nas duas "carinhas larocas" pusessem as mensagens delas numa cara façanhuda e logo se veria!

Anónimo disse...

Podia ser muito pior.

JPGarcia

Anónimo disse...

Um sub-reptício ataque ao BE. Estou-me nas tintas que sejam mais homens ou mais mulheres à frente dos nossos destinos políticos, sejam do BE, ou noutros Partidos, desde que sejam competentes e transmitam uma mensagem política que vá de encontro ao que me parece mais justo, do ponto de vista social. Se fossemos por aí, então António Guterres, ao que ouvi há pouco na TV, estaria em dificuldades porque até hoje não houve uma única mulher eleita para o cargo de SG das NU e parece que isso poderá pesar na decisão (esperemos para ver o que o CSNU vai fazer e decidir, se veta alguma daquelas candidatas. Estou a lembrar-me do que a Rússia poderá fazer, por exemplo). Ora bolas, o que interessa não é o género, mas a competência para o cargo, ou para dirigir, no caso, um Partido político. Sempre fui e continuo a ser contra a igualdade do género por decreto ou decisão política, pois o que importa é a qualidade desse género. Creio que uma ocasião, Helena Sacadura Cabral, com quem posso discordar politicamente, mas respeito bastante do ponto de vista intelectual, referiu isto mesmo, ou seja, que tal atitude, de se querer obter, por via legal, o tal equilíbrio de género, era uma péssima ideia e só diminuía a imagem da mulher. Se não foi HSC, a referia Senhora, que, repito, muito respeito, que me corrija. O BE deve sobretudo a estas mulheres o seu rejuvenescimento. Depois de um recuo complicado, renasceu quase das cinzas nas últimas Legislativas e reconfirmou esse renascer no passado Domingo (por muito que custe engolir a Jerónimo de Sousa e ao PCP, esse sim, um Partido em queda – bem como à Direita e a um certo Centro). Já se percebeu a sua pouca ou ínfima simpatia pelo Bloco. Transpareceu em anteriores Post. Está satisfeito com a eleição de Marcelo. É lá consigo. Mas, respeito. Eu não estou, mas tal como disse Sampaio da Nóvoa, num muito digno discurso de vencido, aceito-o como PR. Será, sobretudo, claramente melhor do que Cavaco Silva. Também, não é difícil!

Luís Lavoura disse...

Disparate. Vá ver a composição da Mesa Nacional e dos outros órgãos diretivos do Bloco (encontra-se facilmente na net). Constatará facilmente que eu todos eles há mais homens que mulheres, ou então estão mais ou menos ela por ela.
O Bloco apenas dá mais visibilidade às mulheres que tem, em parte porque reconhece que elas são especialmente talentosas na comunicação.
Se o Francisco tiver visto a entrevista que ontem a Marisa deu ao telejornal da RTP2, facilmente perceberá porque foi ela escolhida para candidata do Bloco - porque fala muitíssimo bem.

Helena Sacadura Cabral disse...

Anónimo das 14:12
Fui eu sim e continuo a pensar o mesmo!

Anónimo disse...

Bem, lá em casa continua uma enorme discussão sobre qual das três é a mais bonita! Uma diz-se que tem uma beleza suburbana soberba a outra é de uma formosura rural perturbadora!...
Não há dúvida, gostos não se discutem e neste caso nem se lamentam…

opjj disse...

Bela foto! Só falta lá uma esganiçada do PC a que expõe os seus talentos sem reservas.Se calhar o Jerómino fez mal em não expô-la mais e teria mais votos.
Cumps

Anónimo disse...

Senhor Embaixador, quando em tempos de juventude eu militava com bravura, um anti-fascista já falecido chamou-me a atenção para a superior beleza das militantes do MES, quando comparadas com as jovens militantes dos outros partidos de esquerda. Esse, dizia ele, devia ser o critério da escolha. Como eu era da corrente posadista para a reconstrução da IV Internacional, a minha linha enquanto trotskista era o "enterismo". Era preciso entrar num partido da classe operária para ali fazer vingar as ideias do imortal Leon Davidovitch. Tendo o MES as mais bonitas militantes da classe operária, ali fui parar e ali o encontrei, Senhor Embaixador, enquanto o Senhor Alcipe, sempre nefelibata, saiu sem sequer ter entrado, foi ex- MES sem nunca ter sido MES... Vergonha!

Ontem comemos uma bela moamba para festejar a vitória do Professor Marcelo! Falámos de si...

a) Feliciano da Mata, lusófono, lusófilo e lusocrata

Anónimo disse...

ah ah ah ah ... o mundo é delas!

Portugalredecouvertes disse...

Já em 1954 elas eram assim, muito bonitas:

https://www.youtube.com/watch?v=iReb3gKJv3s

Nuno disse...

Um pouco ressabiado este post...

Anónimo disse...

Admirar esta nova geração do BE, que fez a transição do partido após uma fase complicada e conseguiu os melhores resultados de sempre em eleições, é justo. Por acaso, a maioria "mais visível" deste novo BE é constituído por mulheres. O que é uma feliz coincidência. Na minha opinião, esta nova geração do BE - embora não lhes reconheça competências especiais, visão, discurso ou carisma - conseguiram ser uma pedra no charco no pobre marasmo do cenário político nacional. Apareceu algo ligeiramente diferente do cinzentismo habitual e o povo já acha alguma graça.
Agora, me desculpem, mas já entrar no campo dos atributos físicos e classificar essas senhoras como de uma beleza ou formosura especiais...menos...muito menos. Muito menos mesmo.

alvaro silva disse...

Aposto que estão a falar de Homem! será do Girómino de Pirescoxe? Ou da última do Tony Carreira? Apostem!

carlos cardoso disse...

Aqui ficam os meus agradecimentos ao Feliciano da mata, a quem fico a dever o ter aprendido hoje que o adjetivo nefelibata foi usado por Lima Barreto no livro Os Bruzundangas para designar aqueles literatos alambicados que desprezavam os processos simples, fáceis, de construção textual, preterindo o conteúdo à forma.

Isabel Seixas disse...

Subscrevo o anonimo das 14:12
grandes mulheres , grandes senhoras e sem peneiras, gosto mesmo delas.