"A sua cara não me é estranha", ouvi do taxista, no início do caminho para Campanhã. "Lá vêm as televisões...", pensei. "Não estava ontem estacionado junto à cooperativa Árvore?". "Não, cheguei hoje de Lisboa". Pausa. "Ia jurar que tinha sido o seu carro que riscou o meu à saída".
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