quarta-feira, setembro 13, 2017

Catalunha

Não quero ser alarmista mas, sem que haja nada que possamos ou devamos fazer, acho que convirá que Portugal esteja muito atento à evolução da situação em Espanha por virtude da questão catalã.

14 comentários:

  1. Anónimo00:33

    pode ser que o preço do jabugo baixe...

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  2. Anónimo10:10

    Já estou a juntar latas de atum, não vá começar a terceira guerra mundial.

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  3. Mas de que vale estarmos atentos se nada podemos nem devemos fazer?

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  4. Anónimo12:09

    Acho que Vila Real vai seguir o mesmo caminho, e já existem candidatos a presidente.....

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  5. sem que haja nada que possamos ou devamos fazer

    Isto não é rigorosamente verdade.

    Nestes assuntos de independência e separatismo, o reconhecimento internacional conta.

    Os referendos também podem ser reconhecidos como válidos, ou não o ser.

    Por exemplo, há poucos anos realizou-se um referendo para que a Crimeia se separasse da Ucrânia e se juntasse à Rússia. A União Europeia, incluindo Portugal, resolveram não reconhecer esse referendo.

    Outro exemplo, há uns anos Portugal reconheceu a independência do Kosovo. Espanha não o fez.

    Portanto, Portugal pode reconhecer, não reconhecer, ou então não dizer nem sim nem não. Qualquer das atitudes é sempre uma posição que Portugal toma.

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  6. Anónimo13:21

    Porque será que para coisas sérias Portugal acorda sempre tarde como para este asssunto da Catalunha.
    Será pelo pouco capital intelectual existente ou por propaganda: Vamos não assustar a população enquanto o assunto não nos bater à porta? Vamos entretendo-os com assuntos vários e quuem vier atrás que resolva.
    Enfim e isto é a prata da casa.

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  7. Anónimo15:09

    A constituição espanhola não permite este referendo, que é pois inconstitucional. Não creio que qualquer país, a não ser que pretenda destabilizar a Espanha e a União Europeia, possa reconhecer a votação que alguns pretendem realizar no dia 1 de Outubro.

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  8. Anónimo16:26

    Catalães! Esse povo inferior com língua e cultura próprias, sociedade civil desenvolvida, grande capacidade económica, história antiga e que julga que pode ter um... Estado!

    Quem julgam eles que são? Que alguém lhes diga que a sua única função é trabalhar para que outro povo possa ter um país à custa dos outros.

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  9. Anónimo01:43

    Não nos esqueçamos que foi a revolta da catalunha que permitiu sermos em 1640 independentes.
    O rei de Espanha aquando das revoltas portuguesa e catalã achou que era mais importante a Catalunha a ser resolvida do que a de Portugal. Na altura era impensável nas Chancelarias europeias que Portugal teria condições para se manter independente.
    Neste compasso de espera quando a Espannha se deciciu a domar a revolta aqui, já era tarde. E assim tornámo-nos independentes em 1668, tanto quanto nos é ainda hoje possivel.

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  10. Anónimo17:12

    Ó "14 de setembro de 2017 às 01:43", em 1668 foi o reconhecimento pela Espanha. Não foi a nossa "reindependência". Essa, foi em 1640!

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  11. Anónimo16:01

    Anónimo de 14 de setembro 17.20

    Mas até esse reconhecimento de Espanha, por essas Chancelerias da Europa D. João IV e depois D. Afonso VI eram apenas reconhecidos como Duques de Bragança. O que vaaleu foi que D. Afonso VI era cunhado de um Rei legítimo e por isso não o combateram fortemente.
    Em Portugal é que se diz que foi em Dezembro de 1640.
    Tal como agora um país que se quer independente tem de ter o reconhcimento dos seus pares.

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  12. Anónimo16:14

    Ainda ao anónimo de 14de Setembro 17.12.

    Tal como agora a Catalunha depois do referndo vai ter de aguardar o seu reconhecimento como Estado, nós em 1640 tivemos de esperar até 1668.

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  13. Anónimo18:46


    Já agora que estamos aqui a falar em reconhecimento de novos Estado, relato um facto interessante para se perceber isto:

    A implantação da república portuguesa foi reconhecida naquele momento apenas pelo Brasil e a Aegentina, salvo erro.

    Aquando em 1911 o Rei de Inglaterra Eduardo VII foi coroado, Portugal como outros países enviaram Embaixadores Extraordinários para assistirem a essa coroação.
    A Portugal foi no entanto recusada a entrega das repectivas credênciais por ainda não haver sido publicada uma Constituição da república portuguesa.
    E foi assim que não houve representante português nessa assembleia de Estados soberanos.

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  14. Anónimo21:17

    Faço uma emenda:
    Não foi na coração de Eduardo VII mas sim Jorge V.

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