A decisão das agências de notação de subir a nota de Portugal significa, sem a menor dúvida, duas coisas incontestáveis e algo diversas entre si.
Desde logo, uma apreciação positiva sobre o modo como o nosso país se aproxima das metas macro-económicas que são desejáveis pelos investidores, o que representa um elogio para o trabalho do governo.
Mas esta decisão, a escassos dias de um ato eleitoral cujo resultado está totalmente em aberto, anuncia claramente que os mercados não veem o menor risco para estabilidade económico-financeira do país se acaso o partido oposicionaista mais bem colocado vier a ser governo.
Desde logo, uma apreciação positiva sobre o modo como o nosso país se aproxima das metas macro-económicas que são desejáveis pelos investidores, o que representa um elogio para o trabalho do governo.
Mas esta decisão, a escassos dias de um ato eleitoral cujo resultado está totalmente em aberto, anuncia claramente que os mercados não veem o menor risco para estabilidade económico-financeira do país se acaso o partido oposicionaista mais bem colocado vier a ser governo.