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quinta-feira, setembro 24, 2015

Bom senso

O jornal i titulava ontem, na sua primeira página, citando-me: "O PS não fez passar a mensagem de credibilidade".

A citação está correta. A conversa telefónica de um minuto com uma jornalista andou à volta do elevado número de indecisos detetados nas sondagens e das razões pelas quais esse valor ainda se mantém elevado. Na opinião que dei, referi que muitas pessoas não gostavam do governo mas hesitavam ainda em votar no PS, porque este partido não tinha ainda conseguido fazer passar uma mensagem de credibilidade suscetível de lhes garantir uma mudança de vida para melhor.

E é verdade. O que as sondagens evidenciam é que, não obstante António Costa ser visto de forma esmagadora como mais confiável para primeiro-ministro, o PS ainda não conseguiu convencer as pessoas de que, chegado ao poder, fará melhor do que a coligação. É triste? Claro que é, mas a democracia é isto mesmo. É o que as sondagens refletem, pelo menos por ora, fazendo eu figas para que mudem.

Esta minha declaração, embora óbvia, surpreendeu, ao que parcece, alguns amigos meus. Para os compensar, deixo uma frase que hoje retirei de um texto de José Manuel Fernandes (esse mesmo!) com a qual esses amigos tenho a certeza que vão estar de acordo: "apesar do empate técnico das sondagens, o PS ainda é o favorito, pois será mesmo surpreeendente que os portugueses, depois de tantos sacrifícios, reelejam a mesma maioria e o mesmo primeiro-ministro". Ele escreveu mesmo isto? É verdade. Enfim, um ataque de bom-senso nunca fica mal a ninguém, não é?

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