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sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Yé-yé

Não conheço pessoalmente Luís Pinheiro de Almeida, que teve a amabilidade de deixar um comentário no post "Portugal e o Futuro".

Mas acho que faria muito bem a todos os leitores deste blogue, em especial aos que gostam de música francesa, conhecerem alguns CD's por ele organizados, quer "Os anos do yé-yé" (dois CD's), outros com Margarida Pinto Correia, esses sob o título comum "A Idade da Inocência" (sete CD's). E não sei se perdi alguns...

Talvez isso possa não dizer muito a novas gerações, mas essas compilações trazem-nos, entre tantos outros temas dos tempos do vinil, coisas (que aqui pode já ouvir clicando o nome das músicas sublinhadas) como "L'important c'est la rose" (Gilbert Bécaud), "Ça va pas changer le monde" (Joe Dassin), "Tous les garçons et les filles" (Françoise Hardy), "Une belle histoire" (Michel Fugain), "Tombe la neige" (Adamo) - e cito apenas, dentre algumas dezenas, alguns temas escolhidos de dois desses discos.

A música francesa, tal como a italiana, desapareceu quase definitivamente de Portugal, hoje esmagada pela produção anglo-saxónica. Mas acho que vale sempre a pena revisitar os seus anos de ouro, não necessariamente por uma qualquer nostalgia, mas porque representou um tempo magnífico de produção musical que, queiram alguns ou não, faz parte integrante do nosso património de memória.

É a vida!

Pode ser que seja apenas "wishful thinking", mas fiquei ontem com a sensação de que André Ventura já se está a ver, daqui a semana...