Desde há muito que o State Department - o Ministério dos Negócios Estrangeiros americano - distribui, por esta altura do ano, as suas "notas" sobre o comportamento dos vários países do mundo em matéria de Direitos Humanos. Funcionamento das prisões, liberdade de imprensa, actuação de forças policiais, tratamento das minorias e uma panóplia de outras áreas são passados a pente fino, sob critérios que se pretendem paradigmas de uma ordem internacional respeitadora daqueles direitos.
Trata-se de um documento sempre interessante de ler e que, aliás, é curioso comparar com o relatório anual da Amnistia Internacional e com alguns outros estudos similares que vão estando disponíveis, alguns limitados a certas áreas geográficas.
Tenho imensa pena, aliás, que este bom exemplo de Washington não seja seguido por outros Estados, os quais, de caminho, poderiam pronunciar-se também sobre a situação que se vive nos próprios Estados Unidos da América, país que, curiosamente, recusou integrar o Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas e não é subscritor do Tribunal Penal Internacional, criado para punir os crimes graves contra a humanidade.
(Em tempo: sobre o tema valerá a pena ler esta notícia)
Trata-se de um documento sempre interessante de ler e que, aliás, é curioso comparar com o relatório anual da Amnistia Internacional e com alguns outros estudos similares que vão estando disponíveis, alguns limitados a certas áreas geográficas.
Tenho imensa pena, aliás, que este bom exemplo de Washington não seja seguido por outros Estados, os quais, de caminho, poderiam pronunciar-se também sobre a situação que se vive nos próprios Estados Unidos da América, país que, curiosamente, recusou integrar o Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas e não é subscritor do Tribunal Penal Internacional, criado para punir os crimes graves contra a humanidade.
(Em tempo: sobre o tema valerá a pena ler esta notícia)