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quarta-feira, dezembro 03, 2014

Necessidades

É um retorno inesperado, confesso. Não fazia parte dos meus cenários de futuro regressar a questões ligadas à vida interna dos Negócios Estrangeiros, das quais me tinha afastado, por completo. Porém, a persistente insistência de um grupo de jovens diplomatas fez com que aceitasse, pelo período de um ano, regressar às lides do associativismo sindical diplomático.
 
A difícil situação que atravessa a "condição diplomática" obriga-me a dar um contributo, ainda que modesto, à organização dessa inquietação no seio da Associação Sindical dos Diplomatas Portugueses (ASDP), como candidato à presidência da sua Assembleia Geral. É uma lista que tem os meus colegas e amigos Manuel Marcelo Curto e Josefina Carvalho, respetivamente, na chefia da Direção e do Conselho fiscal, acompanhados por gente das novas gerações que consideramos ser nosso dever apoiar, nestes tempos complexos.
 
Há precisamente 20 anos, tinha feito parte, como vice-presidente, de uma Direção da ASDP chefiada por António Santana Carlos, que desenvolveu um interessante trabalho de diálogo com o poder político de então, para a revisão do Estatuto da carreira diplomática. Agora, a agenda da ASDP centra-se precisamente no mesmo tema. Toynbee terá razão?

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