Ontem, ao passar no eixo norte-sul, olhei para a desprezada torre de controlo de tráfico da estação ferroviária de Campolide.
Suja, perdida no meio de viadutos e das instalações modernas da estação, desapareceu a imponência daquele belo e simples edifício modernista desenhado por Cottinelli Telmo no início dos anos 40. Há pequenas jóias arquitetónicas perdidas pelo país.
