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segunda-feira, julho 14, 2014

Messi?

Saber perder é uma arte. Como o é, aliás, saber ganhar. No sábado, o Brasil fez uma "triste figura" ao não saber honrar os justos vencedores, a Holanda. Ontem, Lionel Messi, com uma iniludível "cara de frete", não soube comportar-se à altura de um capitão da equipa que titulava, numa demonstração de falta de sangue frio, perante a adversidade desportiva que tinha obrigação de saber enfrentar. Não se lhe pediam sorrisos, pedia-se urbanidade e educação, perante os que o saudavam com admiração. Messi comportou-se como um miúdo mimado, a quem tiraram o brinquedo que achava ser seu.

Como se isso não bastasse, a FIFA, ou lá quem foi, decidiu "premiar" Messi com o galardão do melhor jogador do torneio. Considero Messi um dos mais geniais - senão o mais genial - jogadores do mundo, mas neste Mundial foi uma sombra de si mesmo. Há bem mais de uma dezena de participantes que, sem a menor contestação, mereceriam muito mais o prémio. Desde um colega de Messi, Di Maria, a Robben (que, para mim, seria a escolha certa), passando por Muller e James Rodriguez. E porque não é apenas com os pés que o futebol é disputado, por que não os guarda-redes dos Estados Unidos ou da Colômbia? Se era um prémio de consolação, então que o tivessem dado a Neymar, que bem o merecia, pelo que jogou e pelo que não o deixaram jogar.

Agora Messi?! "Só contado p'ra você!", como dizem os amigos brasileiros.

Em Belém

Entrei no palácio de Belém, pela primeira vez, em início de maio de 1974 (foi há muito tempo: maio ainda se escrevia com maiúscula). Tinha a...