sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Transições

Ontem à tarde, os membros do Conselho da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, de que faço parte, votaram um novo nome para diretor da Faculdade. O anterior diretor havia pedido a demissão. Crise? Nada disso! Esse anterior diretor, bem como a diretora da Instituto de História Contemporânea da mesma Faculdade, passaram a integrar o novo governo, como secretários de Estado. Estas são as contingência da vida de uma instituição de prestígio. Ou será que, se o não fosse, lhe recrutavam os membros para altos cargos? 

1 comentário:

Isabel Seixas disse...

Aguardemos então com serenidade as mudanças e por favor que honrem tão "Grandes" profissionais.
Quanto ao "será?",a história pregressa não abona muito a favor, aliás algumas instituições ficam bem fragilizadas na sua reputação se forem avaliadas/classificadas pelo desempenho de alguns seus funcionários em comissão de serviço para exercer "funções de utilidade pública"...Se é que as tinham não se notam as competências das dimensões humana, técnico/cientifica, relacional, cumprimento dos preceitos etico/deontologicos e legais que determinam os cargos que são chamados a exercer.
Será que é a pele politica que corroí os profissionais? ou a cedência imediata a joguinhos de manada e batalha naval em pastos com cercas de arame farpado eletrizado a quem ousa dizer não na forma?...

Estando lá no parlamento a capacidade negocial já demonstrada do Nosso primeiro ministro e acessores além das Senhoras deputadas do BE, estou descansada.

Agora atenuado o sorriso do Sr. ministro das finanças expert em mercado de trabalho e de OLHÂO, será que o sr. Presidente da República estará exposto a alguns tropismos de afetação de sensualidades, é que ´seria pena, mas ... pronto , claro.