segunda-feira, dezembro 23, 2013

Fortunato da Câmara

Não posso deixar de estar feliz: o livro "Os Mistérios do Abade de Priscos", de Fortunato da Câmara, que tive o gosto de prefaciar e apresentar nos seus lançamentos em Lisboa e no Porto, acaba de ser galardoado com o "Gourmand World Cookbooks Award 2013", na respetiva categoria.

Quem (ainda) quiser dar uma bela prenda de Natal ainda vai a tempo de oferecer este magnífico livro, de leitura muito agradável e muito bem documentado. Quem o ler passará a apreciar muito melhor aquilo que, de futuro, lhe for apresentado à mesa.

6 comentários:

  1. Já comprei e ofereci-o a mim próprio. É um excelente livro, sobretudo para a tribo dos gourmands, que também recomendo.
    Desejo-lhe um Bom Natal, Senhor Embaixador.

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  2. Decerto é um livro que engorda...

    Mas vou comprar.

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  3. O Pudim do dito abade assombra-me. Adoro pudim e esse só em restaurantes de alto coturno ou por bracarenses pastelarias finas. Confeccioná-lo preguiça-me, vai daí, como noutras cousas, sonho-o e salivo. Vossas mercês, que sois entendidos nos pecados da gula, confirmareis: é ou não apenas e só o melhor pudim do mundo?!
    ( o livro já está listado para uma próxima passagem pela Bertrand...)

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  4. Ó querida Maggie esse é uma bomba (super enjoativo, como da vida gosto de sabores agridoces e esse é só só doce, é dos tais que uma fatia dá ao coração o mesmo trabalho que subir 5 andares, a pé claro, livre-se desse apego é um dos três venenos tipo satanás do corpo...
    Pronto como é Natal talvez um cibinho correspondente a uma colher de café...


    Pudim simples
    (Da minha Mãe)

    8 ovos
    1 l de leite gordo
    3 cascas de limão (cortadas fininhas sem a parte branca)
    8 colheres de sopa de açúcar

    Misturam-se os ovos inteiros com o açúcar sem bater muito para não ficar rendado, mistura-se o leite previamente fervido com as cascas de limão deitando-se de seguida em forma bem caramelizada. Vai a cozer durante 1 hora dentro da rede própria na panela de pressão...

    Degusta-se sem sem culpa ou remorsos de qualquer tipo é aí que se ativam pensamentos como:

    Morra Marta... Morra farta.

    Perdoo-lhe o mal que me faz pelo bem que me sabe(o pecado) , pois claro.
    Uma vez não são vezes.
    Quando morrer sou defunta...

    Ó que seria da vida sem pudim...

    Que seria das refeições sem a expectativa das sobremesas...

    Deus deve ser pudim...(só pode)

    Ora diga lá Margarida não assombra tanto...

    Bom Natal Boas festas
    e deixe-se de preguiças se até o abade aguentou o celibato com o pudim imagine a força...

    Palpita-me que a velha amiga também gosta de pudim...

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  5. Obrigada, Isabel, pela 'alternativa' colesterólica... :(
    E os cavalheiros, mudos e quedos, claro. Já 'entupidos' com vitualhas da época ou desinteressados de todo (inclino-me mais para esta opção). Adiante - e obrigada, mais uma vez, Isabel.
    Mas não há paixão como a assolapada e por isso...:
    http://mesa-do-chef.blogs.sapo.pt/210375.html

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  6. uma bomba calórica e colesterolica o pudim do abade, uma colherinha está bem, basta, existe tambem no país vizinho, o tocinillo, igual de concentração açucareira e de gemas de ovos,saboroso mas qb, muitos parabens pelo prémio, claro, ao autor e ao dedicado prefaciador, etc etc

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