"As expressões “autista” e “autismo” deixarão de ser usadas na retórica parlamentar, à luz de um acordo a que chegaram hoje os líderes parlamentares" da Assembleia da República portuguesa, informa o Público.
Percebe-se e saúda-se a preocupação de procurar colocar as palavras nos seus contextos específicos, particularmente quando se trata de temáticas de grande sensibilidade. Mas, com o devido respeito aos nossos eleitos, não estaremos a ir longe demais no "politicamente correcto"?
Expressões como "cegueira", "paralisia", “surdo” ou “doido” são utilizadas comummente sem qualquer intenção ofensiva ou desrespeitosa. Por esse mesmo critério, deveríamos começar a eliminá-las do nosso vocabulário corrente. E essas são palavras que me ocorrem no momento. Outras seguramente haverá em idênticas condições.
Mas concedo que possa ser eu que estou errado, pelo que estou aberto a ser convencido.
Percebe-se e saúda-se a preocupação de procurar colocar as palavras nos seus contextos específicos, particularmente quando se trata de temáticas de grande sensibilidade. Mas, com o devido respeito aos nossos eleitos, não estaremos a ir longe demais no "politicamente correcto"?
Expressões como "cegueira", "paralisia", “surdo” ou “doido” são utilizadas comummente sem qualquer intenção ofensiva ou desrespeitosa. Por esse mesmo critério, deveríamos começar a eliminá-las do nosso vocabulário corrente. E essas são palavras que me ocorrem no momento. Outras seguramente haverá em idênticas condições.
Mas concedo que possa ser eu que estou errado, pelo que estou aberto a ser convencido.