terça-feira, abril 07, 2009

Palmas

Deve ser embirração minha, mas confesso que não consigo perceber o hábito, muito português (embora não exclusivo), de bater palmas após a aterragem dos aviões. No passado, quando as portas da cabine de pilotagem se mantinham obrigatoriamente abertas na aproximação ao solo, o som de júbilo dos passageiros ainda chegava ao comandante. Agora, nem isso.

Será que bater palmas à chegada é uma forma de exorcizar o medo sentido na viagem?

"A Arte da Guerra"

Com António Freitas de Sousa, em "A Arte da Guerra", continuamos naturalmente a falar do conflito no Golfo, mas também damos atenç...