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quinta-feira, abril 13, 2017

Política "à la française"



De há uns anos para cá, em especial com a intensidade contemporânea dos fluxos de informação, muitos nos sentimos envolvidos nos processos eleitorais dos principais países do mundo. Se a isso somarmos as nossas naturais preferências ideológicas, acabamos por ter nesses sufrágios os nossos favoritos, declarados ou não.

Na política francesa, que sigo com bastante pormenor desde os anos 60, soube sempre "o que queria". Nunca hesitei. Cheguei a ir de propósito a França só para "ver eleições". E, este ano, lá irei de novo, entre as duas voltas. Repetindo Benjamin Franklin: "tout homme a deux patries: la sienne et puis la France".

Nas eleições presidenciais francesas que aí vêm, e pela primeira vez, não tenho o "meu" candidato. O que me interessa é que um determinado candidato perca, e que qualquer um - qualquer um! - dos outros ganhe. Ou melhor, intimamente, "torcerei" pelo candidato que tiver, à partida, mais condições de vencer aquele que eu quero ver derrotado.

É uma sensação estranha, mas muito verdadeira.

Na " Visão"

A coluna semanal de José Carlos de Vasconcelos é dos textos que raramente falho na leitura da "Visão". O Zé Carlos escreve um ...