Não sou jurista, mas acho muito estranho o que se passou com o processo Dias Loureiro/Oliveira Costa.
Não se conseguem provas capazes para formular uma acusação, mas deixa-se no ar a convicção - que se sabe confortavelmente consonante com o sentimento público - de que houve um crime. E a justiça "sangra-se em saúde".
Desta maneira, de facto, é muito fácil "fazer justiça".
Não se conseguem provas capazes para formular uma acusação, mas deixa-se no ar a convicção - que se sabe confortavelmente consonante com o sentimento público - de que houve um crime. E a justiça "sangra-se em saúde".
Desta maneira, de facto, é muito fácil "fazer justiça".