segunda-feira, abril 17, 2017

Vacinas

Lá porque há uns anormais que decidem não mandar as crianças à escola, isso não significa que a sociedade, através do Estado, que representa os nossos interesses comuns, não criminalize os progenitores que o não permitem.

O caráter voluntário de certas vacinas, que se justificava num passado em que subsistiam dúvidas quanto à respetiva eficácia, deve ser questionado nos dias de hoje, quando há uma evidência esmagadora sobre a vantagem desse procedimento. Trata-se de defender a saúde pública e, em especial, o interesse das crianças, que são seres humanos com um corpo de direitos próprio, que não são "propriedade" dos pais e, em especial, não podem ser vítimas dos preconceitos destes. Isto tanto é válido para as vacinas como o é para a questão das transfusões de sangue, no caso das "testemunhas de Jeová".

Confesso que não tenho a menor tolerância para este "liberalismo" pateta no domínio da saúde, que põe manifestamente em risco a vida das crianças, como toda a ciência tende a concordar.

Irão, Ucrânia e Israel

No "A Arte da Guerra" desta semana, converso com António Freitas de Sousa sobre a guerra no Irão, sobre o conflito "esquecido...