Se nos deixamos tomar exclusivamente pela gravidade da conjuntura, do Brexit às eleições nos nossos vizinhos, tornamo-nos bisonhos e distantes das coisas boas da vida.
É por essa razão, porque aligeirar os dias se torna importante, agora que o sol e o calor felizmente não dependem da generosidade da senhora Merkel, que chamo a atenção no meu blogue "irmão" deste, o "Ponto Come" (pode sempre consultá-lo clicando no lugar próprio, na coluna à direita), para duas notas de análise gastronómica que acabo de publicar.
A primeira foi escrita no lindíssimo número de Verão, recém editado, da "Epicur". Não comprar a "Epicur" é perder um dos "objetos" gráficos mais interessantes que se produzem em Portugal. Nele falo sobre esse meu "vício de estimação" que é o restaurante "Poleiro", na rua de Entrecampos, em Lisboa.
A segunda nota é uma crónica editada na passada sexta-feira na revista "Evasões" (distribuída com o "Diário de Notícias" e com o "Jornal de Notícias"), sobre o restaurante "Pedra Furada", um espaço clássico, muito perto de Barcelos, no Minho, que se tornou num ponto de passagem dos caminheiros internacionais na estrada religiosa para Santiago de Compostela.
Como dizem os guias turísticos da Michelin, cada um deles "vaut un détour".

